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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Magia Sexual


Só pra lembrar, a Magia Sexual, na Wicca e na Witchcraft, é sempre praticada no maior respeito, e ninguém é coagido a fazer nada.
O controle dos próprios pensamentos, durante essa prática, precisa ser tão grande que quase não se tem prazer com isso. Até porque a energia é desviada para a “magic child”. Se quer ter prazer, sugiro que deixe a Magia Sexual de lado e vá direto ao Kama Sutra. Pra ser Bruxo, é preciso ter profissionalismo.
As Bruxas da Witchcraft costumam ver a Magia Sexual como “uma forma de unir o útil ao agradável”_ nem mais, nem menos do que isso. A Magia S

A Velha Religião da Europa pré-cristã baseava-se em ritos de fertilidade para assegurar a proliferação de animais, plantas e humanos. Um dos aspectos mais controversos da Wicca atualmente gira em torno do tema da utilização de atividades sexuais em rituais ou magia. Algumas Tradições Wiccanas não incorporam elementos sexuais em suas práticas (ou crenças) em parte por causa de abordagens pessoais, inibições e diversas preocupações com a saúde. A pressão social de viver numa cultura judaico-cristã também fez com que algumas tradições omitissem os elementos sexuais para negar as alegações de muitas igrejas cristãs de que as Bruxas participavam de orgias e práticas sexuais pervertidas. Para não ofender a sensibilidade judaico-cristã, muitos Wiccanos comprometem o Antigo Caminho [no sentido de debilitar, enfraquecer o Antigo Caminho] ao criar representações simbólicas dos antigos aspectos da fertilidade na Bruxaria.
exual é encarada, na Witchcraft, com a mesma naturalidade que comer uma fatia de bolo. E sem preocupação com as calorias.
Eu teria várias coisas a acrescentar e vários comentários a fazer, mas não vou falar nada, porque não quero me comprometer...

Fonte: Raven Grimassi, “Os Mistérios Wiccanos”

“A Bruxaria não deve desculpas por envolver magia sexual. São as outras religiões que devem desculpas pela miséria da repressão puritana que impingiram à humanidade.”_ Doreen Valiente, “Witchcraft for Tomorrow”.
Imagine por um momento um casal sentado à mesa para um íntimo jantar a dois. Sobre a mesa, velas acesas e um pequeno vaso como adorno para a cena. Ouve-se música ao fundo e o vinho é derramado em taças. Esses são elementos familiares que associamos ao amor e à sexualidade. É interessante observar que eles também são associados aos rituais Wiccanos. Vemos aqui que ambas as cenas são, na verdade, atos de reverência ao Feminino. O vinho e as flores são oferendas tradicionais à Deusa. A luz de velas revela que a cena é especial e mágica, não é dia nem noite, claro ou escuro. O momento é sagrado, isolado das preocupações da vida cotidiana.
Para compreendermos a função da sexualidade na Velha Religião, devemos nos afastar de nossa visão mo
derna e de nossos preceitos pessoais por alguns momentos. Devemos retornar a um período no qual a comunidade via o sexo como saudável, natural e desejável. Era uma época na qual os homens não eram menosprezados por seus impulsos sexuais e sua orientação visual à sexualidade. As mulheres não eram degradadas por seus desejos sexuais ou por sua sensualidade; o conceito moral judaico-cristão da prostituta ainda não havia se desenvolvido. Prostitutas sagradas serviam aos deuses em templos sagrados, o homossexualismo e o heterossexualismo nada mais eram do que definições de preferência sexual (como na Grécia Antiga).
Em tempos remotos, a energia sexual era a mais poderosa energia que os humanos podiam experimentar através de seus próprios sentidos físicos. A habilidade aparentemente mágica dessa energia de criar outros humanos deve ter tido um efeito profundo sobre a psique dos antigos. Na Tradição dos Mistérios, esse aspecto da magia envolve o uso de energia sexual como fonte de poder. O conceito pagão da atividade sexual é totalmente diferente do conceito judaico-cristão. O sexo é visto como uma experiência natural e prazerosa. Pode ser parte da expressão amorosa de um indivíduo ou simplesmente o compartilhar de prazer e desejo com outra pessoa. Com fins rituais de magia, ele pode simplesmente ser a fonte de energia que fortalece os ritos.

A Mulher Como Altar Sagrado
[ainda é o texto do Grimassi]

No texto do Grande Rito, vemos que os antigos empregavam o corpo de uma mulher como altar sagrado de suas cerimônias religiosas:

“Ajude-me a erguer o antigo altar,
No qual em tempos antigos todos cultuavam;
O grande altar de todas as coisas.
Pois em tempos remotos, a mulher era esse altar.”

É plenamente natural e lógico que uma sociedade matrifocal visse as formas femininas como sagradas, e as empregassem como foco para ritos religiosos e de magia. O próprio altar vivo possuía a habilidade de dar à lua e de alimentar uma nova vida. O sangue menstrual, chamado de sangue da Lua, era utilizado como marcas rituais em cerimônias de iniciação e ritos que visavam atrair as almas de um clã, dos mortos de volta a seu clã. [Is
so é feito na Stregheria.]
O conceito da mescla de sangue, como no ritual dos índios americanos do irmão de sangue, remonta aos tempos antigos. Unir seu sangue ao de outro para sempre criava um vínculo entre os dois. Assim sendo, a Suma Sacerdotisa do clã podia unir as almas de todos os membros através de seu sangue menstrual. Graças às influências indo-européias, o vinho ritual é visto hoje em dia como o Sangue do Deus. Em suas mais remotas associações, ele era o Sangue da Deusa, onde o vinho continha três gotas de sangue menstrual que unia magicamente os celebrantes nesta vida e na vida. Os caçadores e guerreiros eram geralmente ungidos com pinturas rituais que continham sangue menstrual caso fossem mortos fora da aldeia. Ungir os mortos com o sangue da Lua era assegurar o seu retorno à vida. Na encarnação seguinte, eles se encontrariam novamente e renovariam o seu amor.
O triângulo ou pirâmide é um símbolo sagrado associado à anatomia feminina. Reflete não apenas a área púbica, mas representa também os mamilos e o clitóris, que estão ligados por trilhas neurais. Há ainda um traço neuropsicológico ligando os mamilos à glândula pituitária. O estímulo dos mamilos pode fazer com que a glândula pituitária secrete um hormônio que ativa as contrações uterinas. Isso, por sua vez, ativa o fluxo de certos fluidos contendo vários elementos de secreções glandulares. Na Tradição dos Mistérios Wiccana, o Triângulo Mágico da Manifestação é invocado pelo Sumo Sacerdote, que beija os mamilos e o clitóris da Suma Sacerdotisa durante o rito da Atração da Lua. Esse rito do triângulo também é praticado durante o Grande Rito. Algumas tradições se envergonham dessa antiga prática e empregam uma visão moderna da invocação onde os beijos são dados nos pés, joelhos, umbigo, seios e boca. [Todos os pontos a serem beijados que foram citados aqui são chakras. Se você se lembra do que eu disse no tópico “O Básico”, temos pelo menos 21 chakras.]
O altar sagrado é formado por uma mulher escolhida que se deita de costas [ou seja, de barriga pra cima], nua, com as pernas dobradas e afastadas (os calcanhares tocando, ou quase, as nádegas). Um vaso ou cálice é colocado diretamente sobre seu umbigo, ligando o vaso ao cordão umbilical etéreo da Deusa, a qual é invocada em seu corpo. Derrama-se o vinho sobre o vaso ou cálice, enquanto a mulher-altar segura esse vaso. O Sumo Sacerdote então mergulha os dedos no vaso e unta os mamilos e o clitóris da mulher com três gotas de vinho em cada. A isso segue-se um beijo em cada ponto, enquanto a invocação é recitada. Quando praticado com reverência, esse rito é muito belo.
Massagem Psíquica
[Ainda é o texto do Grimassi]



Na Magia Sexual, a arte de criar cargas bioeletromagnéticas para estimular e ativar vários centros psíquicos do corpo é chamada de massagem psíquica. Recebeu esse nome por fortalecer os chakras onde as habilidades psíquicas são geradas e mantidas. Durante a massagem psíquica, correntes ódicas são transmitidas através de cada chakra, do mesmo modo que isso ocorre na arte da informação (ver capítulo nove). Ao combinar a respiração ódica com passes magnéticos, a massagem psíquica também se torna etérea. Portanto, tanto o corpo astral como o físico são renovados e revigorados.
Na terminologia do oculto, a mão esquerda é magnética e a mão direita é elétrica [em canhotos é o contrário]; quando próximas uma da outra, criam um fluxo de energia entre si. Essa energia pode ser usada para remendar ou fortalecer áreas enfraquecidas na aura do corpo. Pode também ser usada para restaurar os chakras e restaurar o suave fluxo de energia entre cada um deles. Isso é obtido através de massagens ao longo das áreas que ligam os chakras e várias trilhas nervosas.
A massagem se inicia na testa, movendo-se para baixo em direção aos pés e retornando para cima a seguir. Em cada chakra, a zona é massageada num padrão espiral [só pra lembrar, o chakra da área genital de uma mulher move-se no sentido anti-horário]. Os mamilos e genitais são suavemente massageados quando as mãos passam pela zona dos chakras dessas áreas. As terminações nervosas que ligam o triângulo (mamilos e genitais) levam impulsos à terceira visão, ao coração e ao Chakra Básico, ativando uma poderosíssima corrente oculta que fortalece os chakras e a aura. Em algumas tradições Wiccanas, isso pode ser feito como prelúdio à iniciação do segundo grau (quando geralmente o poder é pela primeira vez transmitido ao iniciado).

Magia Sexual e Fluidos Corporais
[Ainda é o texto do Grimassi]
Com fins mágicos, a estimulação sexual produz tanto energia e condensadores líquidos carregados, ambos os quais podem ser empregados para um dado objetivo. O sêmen masculino é energia canalizada e sempre se move rumo à manifestação física (seja ao penetrar no útero ou em qualquer outro recipiente). No caso de felação, masturbação ou sodomia, a energia é absorvida por um dos planos e vitaliza as entidades que nele habitam. Essas entidades podem ser formas-pensamento ou seres preexistentes.
Quando a conclusão normal de um ato sexual é evitada, a descarga de energia é absorvida e forma na mente uma imagem astral da imagem mental no momento do orgasmo. Essa imagem ganha vida e é um elo funcional entre a mente subconsciente e o plano astral. A encarnação dessas imagens é um dos objetivos da magia sexual. Outro objetivo é gerar uma forma de poder na base da espinha. Nessa área reside a Kundalini ou Poder da Serpente, oprimido por séculos pela Igreja cristã. O objetivo é levar essa energia à terceira visão, onde consentirá ao indivíduo poder quase ilimitado. Esse sistema de magia sexual é conhecido como Tantra.
Existem duas correntes (ou canais) de energia na entidade humana [na verdade, tem uma terceira, que passa pelo meio]. Essas correntes estão associadas ao sistema nervoso central e à medula espinhal. Podemos nos referir a essas correntes como Lunar e Solar, ou Feminina e Masculina (receptiva/ negativa e ativa/ positiva) [ele se refere a “positivo” e “negativo” no mesmo sentido que os pólos de uma bateria, e não no sentido que essas palavras são comunemente usadas]. Essas polaridades indicam energias bioeletromagnéticas e não se referem aos sexos. As correntes Lunar e Solar se manifestam no corpo como os ramos esquerdo e direito das estruturas nervosas dos gânglios. O lado esquerdo é feminino/ lunar e o direito é masculino/ solar. Infelizmente, por séculos a sexualidade tem evocado sentimentos de culpa e vergonha, graças em grande parte à moralidade judaico-cristã. Essa mentalidade serviu para negar (na maioria das pessoas) a função natural das correntes lunar e solar. Uma das metas da magia sexual é libertar a expressão da sexualidade dos sentimentos inibitórios e negativos. Uma vez atingida essa meta, pode-se restaurar a harmonia dessas correntes.
Na pessoa comum, atualmente, apenas uma das correntes de energia está aberta e fluindo. A contra-corrente está normalmente inibida e suprimida, gerando desarmonia (des-conforto) no corpo físico. Isso também causa uma influência negativa no equilíbrio endócrino. Na mulher não-treinada, apenas a corrente lunar flui desimpedida, e no homem não-treinado apenas a corrente solar está realmente livre. No caso dos homossexuais, essa situação está invertida. O fluxo harmonioso das correntes no corpo é simbolizado pelo antigo símbolo do Caduceu. Esse estado natural elimina a desermonia (des-conforto) no corpo, e é por isso que o Caduceu representa a saúde em nossa sociedade atual.
Nos Ensinamentos dos Mistérios, o estado sexual natural é o da bissexualidade, em que ambas as correntes fluem juntas e em harmonia. A alma que habita o corpo físico não é masculina nem feminina, portanto nosso sexo é meramente uma circunstância da dimensão física. A atitude que demonstramos acerca da polaridade dos sexos na qual nossas almas residem é moldada em grande parte pelo nosso meio social. Devemos ter em mente, no entanto, que o sexo também pode ser uma manifestação do Karma da alma individual.

A Criança Mágica
[Ainda é o texto do Grimassi]

A criança mágica é um termo utilizado na magia sexual para designar uma forma ou imagem mágica. Esse aspecto da magia sexual envolve a inibição do orgasmo por períodos prolongados, permitindo que imagens mentais/ astrais intensificadas tomem forma. A energia sexual não é TERRADA como no ato sexual corriqueiro, mas sim direcionada pela mente para que se manifeste numa forma-pensamento mágica. A energia canalizada forma uma imagem astral sutil do conceito dominante na mente no momento do orgasmo.
O sêmen ejaculado do homem é energia não-absorvida, concentrada (uma carga fixa). Ela se move sempre rumo à criação de uma forma manifesta, pois é a essência da energia criativa. Isso se aplica ao sêmen depositado numa vagina ou em qualquer outro recipiente. Quando o sêmen penetra no útero, ele está centrado numa manifestação física. Sua influência mágica no plano astral é anulada. Quando o sêmen não é recebido por um útero (masturbação, sexo oral ou sodomia), sua energia é drenada por entidades que existem nos planos astrais.
As secreções vaginais são fluidos igualmente valiosos para fins de magia sexual. Contêm secreções das glândulas endócrinas que estão carregadas pelas correntes lunar e solar ativadas sexualmente. Essas secreções possuem elementos do fluido cérebro-espinhal e das glândulas endócrinas. As trilhas nervosas associadas ao funcionamento da bexiga através do terceiro ventrículo podem iniciar várias secreções. Uma vez ativadas, essas correntes fluindo para a área genital estimulam nervos, os quais causam reações em todo o corpo. As glândulas pituitária e pineal são estimuladas, assim como os nervos que afetam a urina. A energia das secreções vaginais carrega (em diversos graus) um pouco de cada um desses aspectos. Os fluidos vaginais podem ser utilizados de modo semelhante ao sêmen, ou a ele misturados com finalidades mágicas.
[Sete símbolos aparecem no livro:
* Um labrys, machado duplo, com a legenda “símbolo de renovação e transformação”
* Uma flor, “símbolo da Donzela”
* Uma maçã, “símbolo da Mãe”
* Duas espirais, posicionadas )( “espirais: morte e renovação”
* Um desenho que parece uma barra de chocolate na diagonal “rede: símbolo do “tornar-se”, surgir”
* Algo que parece um M “símbolo dos fluidos corporais das mulheres: leite, sangue e secreção vaginal”
* Um ziguezague na diagonal “vida e nascimento: o poder de doar”
Sob tudo isso, há a legenda “Símbolos Femininos”]
O estado mental da consciência estabelecido durante a magia sexual forma um PORTAL para o subconsciente e, portanto, ao plano astral. Imagens ou conceitos visualizados (e/ ou sigilados) são vitalizados e se tornam “vivos” (fortalecidos). É fundamental que o praticante tenha desenvolvido a arte da concentração/ visualização e que tenha um controle firme sobre a sua força de vontade pessoal. Não pode haver nada mais na mente no momento do orgasmo além da imagem (ou sigilo) da “criança” que se deseja ver criada. Se a imagem mental não estiver completa ou for distorcida por interrupções da imaginação mental, é possível que formas-pensamento muito negativas se manifestem. O perigo inerente nessa situação é que essas formas-pensamento passem a possuir seu criador e aumentem o seu apetite sexual. Em tais eventos, o indivíduo pode ficar obcecado por sexo, pois a entidade exige mais e mais energia sexual para que se alimente. Essa é a base da lenda dos íncubos e súcubos.

Sexualidade e a Wicca Moderna
[Ainda é o texto do Grimassi]

Muitos Wiccanos que ainda desejam empregar a energia sexual, mas que por qualquer motivo desejam evitar o ato sexual real, incorporaram aspectos não-físicos da sexualidade em seus ritos. Isso pode incluir de tudo, desde danças provocantes e sedutoras a versos eróticos e linguagem e comportamentos sugestivos. Esses elementos, num cenário ritual, podem certamente evocar forte correntes sexuais.
Como vimos no capítulo dez, alguns Wiccanos empregam instrumentos rituais para substituir os participantes humanos em atos sexuais. O uso e o manuseio dos instrumentos que representam o falo ou a vagina/ útero visam gerar as energias sexuais através da magia mimética e efetuar as conexões simbólicas com os aspectos da fertilidadeque outrora fortaleciam os antigos rituais. Alguns Wiccanos acham que isso serve muito bem a seus propósitos, enquanto outros sentem uma evidente falta de força associada a esses atos simbólicos. [Só vejo motivo pra não fazer sexo ritual quando o ritual é público.]
Em tempos longínquos, a união sexual era parte do processo de iniciação, e o poder era transmitido do mestre ao aprendiz através das correntes bioeletromagnéticas geradas pelo estímulo sexual entre os sexos/ polaridades opostos. Iniciações sexuais funcionais e benéficas remontam à Antigüidade, e ainda podem ser encontradas em práticas tribais na África e na América do Sul. Ainda são utilizadas na maioria das Tradições Hereditárias e Familiares. Especialmente quando o homem é o mestre de uma mulher, muitas mulheres Wiccanas vêem a iniciação sexual como abusiva e manipulativa. No entanto, a presença de homens em quaisquer iniciações sexuais que envolvam mulheres pode negar a validade do rito [Heim?]. Essa visão se origina claramente do comportamento sexualmente abusivo contra mulheres perpetrado por alguns homens. Esse pode não ser o caso, pois os homens Wiccanos tradiconalmente demonstram grande respeito pelas mulheres.
A sexualidade, como muitas outras coisas na Wicca, é um aspecto que os Wiccanos devem examinar individualmente para chegar às suas próprias conclusões. O que é bom para uma pessoa pode não ser necessariamente bom para outra. Assim, permito ao leitor que avalie os ensinamentos desse capítulo como seu espírito desejar. #

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