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sábado, 4 de fevereiro de 2012

Rituais Secretos

A Mão da Glória

A Mão da Glória






cena do filme The Wicker Man, 1973



A Mão da Glória é um amuleto bastante perturbador, com uma reputação de fazer seu dono invisível e paralisar aqueles que vêem a sua luz. Era muito popular entre os ladrões e assaltantes, alguns exemplares ainda estão pendurados em museus.




O nome deriva da palavra "Mandaglore", por sua vez derivado do Mandrake (mandrágora), uma raiz mágica muito popular entre os ocultistas, bruxas e feiticeiros.


O modelo tem cinco velas, uma cada dedo. A tradição diz que, neste caso, se a vela não ilumina o polegar é que uma pessoa pode conseguir capturar o ladrão. Neste caso, o assaltante cuidadosamente evitava a casa. Para para combater o feitiço da Mão da Glória, reza a lenda que deve-se joga leite para apagar as velas.



A Mão da Glória, segundo a edição de 1826 do "Dictionnaire Infernal Collin Plancy", deve ser feita deste modo:

"A Mão da Glória deve ser preparada da seguinte maneira: Tome a mão de um criminoso enforcado em um patíbulo à beira de uma estrada; embrulhe num pedaço de pano de um funeral e uma vez embrulhado torça bem para remover o pouco sangue que nela tiver permanecido. Então ponha num vaso de barro com azinhavre, nitrato, sal e pimentas compridas ( tudo pulverizado ). Deixe nesta vasilha durante quinze dias, então retire e exponha ao Sol quente até que esteja absolutamente seca. Se o Sol não for bastante forte, ponha essa mão no forno quente com feto e verbena.

A seguir, faça uma vela com a gordura do criminoso enforcado, cera virgem, sásamo ( gergelim ) e esterco de cavalo. Pegue a mão e use-a como um candelabro, para segurar essa vela, posicionando a vela entre os dedos médio e anular dessa mão ao ser acesa. E em qualquer lugar em que se entre com tal funesto Feitiço, todos os que aí estiverem ficarão imóveis."


O "Pequeno Alberto" acrescenta que deve a mão deve ser trançada com fios de cabelo do dono da mão.



Fonte:

http://www.surnateum.org/french/surnateum/collection/demonologie/maindegloire.htm

Com carinho,
Bruxa Jade Fênix

O compasso das Feiticeiras





O compasso das Feiticeiras








VERSÃO CORRIGIDA E READAPTADA*


Este é um método desenvolvido por RJ Thompsom para incentivar o peregrino na prática do Lançamento do Compasso. Saiba que este não é o círculo mágico da wicca, o nome até pode ser usado para se referir ao Compasso, porém a forma de construção e o simbolismo não são os mesmos. Este não servirá para lhe proteger. Quando ‘Lançamos o Compasso’ estamos descendo a Estrada Fantasma para o Elfhame , o Reino dos Mortos e assim podemos realizar nossa Arte. Lançar o compasso é criar um mundo paralelo, um microcosmo. É um mundo igual ao seu, mas tudo o que você fizer dentro deste mundo irá afetar o mundo exterior, o macrocosmo.






Lançando o Compasso






A Declaração de Inversão


“Estou aqui, perante os portões do inferno, na beira do Rio Stige,

Olho para além, onde habita o Povo Pálido.

Vou além das fronteiras, longe das casas dos Homens,

Em nome do Chifrudo e d'Ela que é tudo,

Vou com minha vassoura!

Carrego a marca em minha mão esquerda

Devo voar para seu Sagrado Reino.

Sob o galho que monto nesta noite, eu morri!

Escolho os caminhos esquerdos na Estrada Fantasma,

Indo para a Campina onde todos os espíritos

Estão destinados a se esconder!”




Trilhando o Caminho Tortuoso


Enquanto caminha em sentido inverso ao relógio , a partir do norte, vá andando em torno do local escolhido para seu trabalho mágico. A Vara, o Stang ou a Vassoura é carregada na mão esquerda. E enquanto anda recite:


“Pela Estrada Tortuosa eu sigo!

Pelo caminho Sinistral,

que vai para além das entranhas da terra

Até os céus acima!

Vou para baixo e para dentro,

Seguindo o rastro espiralado da Serpente.

Pelas Estradas para o Reino vou através do tempo

para o lugar onde não existe o tempo!

Lançado seja o Compasso!

O Caminho na Estrada para Elfhame!”


Com sal em mãos, ande em sentido inverso do relógio e partindo do norte recite e jogue sal (pouco para não matar o solo):


Eis o Sal de poderes ocultos!

Seja tu puro para minha Arte!”




As Águas Primordiais


(Penso eu: eis a fonte de toda a vida, as águas do ventre da Terra)

A água é abençoada, enquanto diz:

“Eis aqui a água, Abençoado pela mão do Mestre!

que fertiliza a terra, uma ponte para o outro mundo,

o leite materno que sustenta toda a vida;

Água para limpar e dominar tudo,

e na a estrada fantasma do inferno é

mediadora dos Encantos de Divell!”


A bruxa (ou o bruxo) irá parar perante cada participante caso haja. Cada um mergulha em sua mão esquerda para dentro da água, executa e entoa o rito de passagem em si com a água. O portador de água percorre o mesmo caminho como antes. Quando uma direção cardinal é atingida (começando com o norte) a água deve ser despejada alguns centímetros para fora nesse sentido, para criar uma estrada fantasma.




O Rito de Passagem


Em nome do Mestre

(unte a testa)



E da Dama

(ungir o umbigo)



Da sombra e da luz

(ombro esquerdo, seguida pela direita)


(Penso eu: passei para o mundo abaixo, aqui é a fonte de todos os fogos, aqui dentro do reino do Inferno)

Acenda o fogo ou a vela e diga:

"Eis o fogo, o poder da Senhora!

Lâmpada e Luz que é visível e invisível,

a Força Criativa do Universo, o calor e a luz do sol,

a força da vida nos Reinos,

a essência viva do destino em todas as coisas,

O fogo primordial de toda a criação,

que brota de dentro do coração

de todos os Tortuosos da terra!”


A Chave do Compasso, por James D. Kincaid



Conjuração das Quatro Direções


A cada direção deve-se parar em cada quadrante apartir do norte, e recitar o encantamento, durante o mesmo tempo coloque um implemento para o quadrante.


Norte

(Toque o Sino)



“Criaturas Negras! Venham para beira do rio!

Com minha mão esquerda eu aqui coloco a vassoura,,

em nome do Mestre de todas as Criaturas Escuras da Noite!”



Oeste

(Toque o sino)



“Criaturas Cinzas! Venham para a beira do rio!

Com minha mão esquerda eu aqui coloco o útero da Mãe,

em nome do Mestre de todos as Criaturas Cinzas do Crepúsculo!”



Sul

(Toque o sino)



“Criaturas Pálidas! Venham para a beira do rio!

Com minha mão esquerda eu aqui coloco coloco a vida do Rei,

em nome do Mestre de todos as Criaturas Pálidas do Meio Dia!”



Leste

(Toque o sino)



“Criaturas Vermelhas! Venham para a beira do rio!

Com minha mão esquerda aqui coloco o Arthame,

em nome do Mestre de todos os Espíritos Vermelhos do Amanhecer!”



A Confirmação de Inversão

(feito enquanto encara norte)



“Mestre e Senhora, eu me inverto.

Sempre pela Esquerda no Caminho Tortuoso,

vou sempre para dentro e para baixo.

O Compasso é o círculo em volta da Cova,

o mundo que está dentro e que espelha o mundo de fora.

A aqui o Primeiro Fogo foi criado, e daqui vem a Mão do Destino!”


Os rituais secretos

Os rituais secretos

Ainda sob a mística inspiração das almas 7, e aproveitando a energia de um dia 7, decidi penetrar a fundo nos mistérios dos rituais secretos.
Os rituais modernos, mesmo aqueles celebrados por seitas ou ordens in
iciáticas antigas, têm todos a mesma origem, a mítica e submersa Atlântida.

Os sacerdotes atlantes foram os primeiros que deram a esses rituais uma consistência de cerimonial, criando e sistematizando os procedimentos e as rotinas que abriam e fechavam essas celebrações místicas.
Os rituais são cerimônias que buscam criar um ambiente mágico, uma esp
écie de realidade paralela, com a intenção de provocar uma alteração no nível de consciência psíquica dos iniciados.
Essas Ordens místicas, as antigas e as modernas, praticam um cerimonial para a admissão dos seus membros, conhecido como iniciação. Daí porque são chamados de iniciados, todos os membros que passaram por esse processo de aceitação como membros da Ordem.

O termo iniciação tem o seu sentido simbólico como uma busca interior, um mergulho no fundo da alma, de onde o iniciado volta com um outro nível de consciência. Há algumas divergências quanto ao significado exato do termo, mas o de ação para dentro de si, parece-me o mais sensato para expressar o processo de morte e renascimento, como ele também é conhecido.
Após um período de preparação, os postulantes eram recebidos no salão secreto do templo, onde aconteciam os rituais, e tinham d
e se submeter a diversas provas, antes de serem aceitos na Ordem.
Fechemos os olhos, por alguns instantes, e viajemos no tempo, para alguns milhares de anos atrás. E ao abrirmos os
olhos, perceberemos que estamos num salão semi-iluminado por velas e archotes, onde um grupo de pessoas, vestindo paramentos brancos, recitam e repetem mantras, criando uma expectativa tensa, nos momentos que antecedem a chegada de mais um membro da Ordem, recém aprovado nos ritos secretos.
Ouve-se bater na porta do templo que permanece fechada. A argola de ferro, presa à porta, ao ser investida contra o batente de ferro, provoca uma forte res
sonância dentro do templo, causando um efeito instantâneo no ambiente, silenciando as vozes e criando um clima de expectativa. O Grão-Mestre pergunta quem bate à porta, ouvindo-se a voz do Guardião do Portal anunciar a chegada do postulante e solicitando autorização para introduzi-lo no templo.

O Grão-Mestre ergue a voz e concede a autorização pedida.
O templo está enfumaçado e sob o efeito de ervas aromáticas, dando uma sensação estranha e intimidadora, a quem nunca dantes houvera presenciado ambiente semelhante. O Grão-Mestre conduz o processo iniciático, sob o poder de Melquizedec, que preside o ritual. A presença de Melquizedec revela que o iniciado já é um espírito evoluído, que, noutras vidas, passou por 3 processos iniciáticos, e que agora está sendo introduzido à sua quarta iniciação.
Esse iniciado pode ser qualquer um de nós, já que estamos reproduzindo e
m nossas mentes os fatos testemunhados num passado distante, como se lá estivéssemos presentes.
Passemos, a seguir, a nos sentirmos já como membros dessa Ordem Atlante, após termos sido admitidos num ritual presidido por Melquizedec. Anos depois dessa inici
ação, ousemos imaginar que galgamos todos os graus intermediários da hierarquia da Ordem, e atingimos o grau máximo de poder, o de Grão Mestre.
Cabe-nos, agora, presidir um ritual sagrado, um cerimonial secreto, que ha
verá de reunir poder em torno dos participantes, a ser empregado para a evolução da humanidade. O ritual está prestes a começar. Todos devem estar trajando seus paramentos, que são as vestimentas sagradas para uso em rituais.

O Sacerdote acende as velas e os archotes, iluminando o templo e iniciando o cerimonial de abertura do ritual. O Guardião do Portal assume o seu lugar na entrada do templo, portando com firmeza a sua lança flamejante, que impedirá a entrada no ambiente, de todas as energias estranhas e malignas. Deste momento em diante, ninguém entra no templo sem a supervisão do Guardião e a autorização do Grão Mestre. Os cavaleiros e as sacerdotisas começam a entrar no templo, vão até junto ao altar, fazem suas saudações e ocupam seus lugares. Os mantras começam a ser ouvidos e os cantos suaves e harmônicos ajudam a purificar o ambiente e preparar os espíritos para o início do ritual.
A Zeladora do Fogo entra com
a Pira, sauda o altar, a coluna da Luz e a coluna do Fogo, e depois faz a saudação às 4 direções. O Sacerdote faz, então, a abertura do ritual, recitando o mantra de saudação à Divindade e mentalizando o ícone sagrado da Ordem. As cortinas do altar são abertas e canta-se o grande mantra de exaltação ao Poder Divino, ao mesmo tempo em que o Grão Mestre adentra o templo, e todos o saúdam.

Faz-se silêncio absoluto, os olhares convergem para o altar, onde o Grão Mestre saúda os Planos Superiores, dirige uma exaltação de Poder ao Eterno, o Altíssimo, Deus Único e Verdadeiro.
A exortação do Grão Mestre tem início, conclamando a todos para concentrar suas energias em torno da Taça do
Poder Cósmico, que estará pousada sobre o altar, e que reunirá todas as energias necessárias para as transformações pretendidas pelo ritual. O Grão Mestre prega o amor e a bondade, como as únicas formas de se reunir a necessária força energética de transformação. O Grão Mestre, inspirado por seus Mentores Espirituais, faz revelações e passa ensinamentos que estão fora da esfera do conhecimento humano. Uma derradeira saudação dirigida aos cavaleiros e sacerdotisas é o sinal de que o ritual está chegando ao fim.
O Grão Mestre se desp
ede, é saudado por todos e se retira do templo. Todos repetem o mantra de fechamento, enquanto o Sacerdote cobre a Santa Taça do Poder Cósmico e fecha as cortinas do altar.
A Zeladora do Fogo retira-se, sendo saudada por todos. Um a um, todos os participantes vão retirando-se, não sem ant
es saudar o altar. O Sacerdote e o Guardião do Portal são os últimos a sair, apagando-se as velhas e os archotes e trancando-se a porta do templo.
O ritual acabou. A Atlântida vai ficando para trás, as imagens vão-se dispersando e as lembranças , se apagando. Já não somos mais o Grão Mestre, mas certamente não deixamos de ser o mestre que fomos.

Estamos de volta ao nosso tempo, sem os paramentos sagrados, sem os objetos ritualísticos, mas trazendo dentro de cada um de nós todas as conquistas iniciáticas de outras vidas. De repente, percebemos que não somos quem somos, mas que estamos quem somos.
Despertamos de um sonho, que parece a única
e absoluta realidade, para viver uma realidade, que mais parece um sonho, e, muitas vezes, um pesadelo. Dentro de cada um de nós, ressoa uma mensagem que nos liga aos rituais antigos, que nos transporta no espaço e no tempo, e que nos conecta com mundos ocultos e planos superiores, nos quais habitam nossos espíritos, enquanto nossas almas tentam convencer nossas personalidades a cumprir suas missões.
Mistérios, muitos mistérios, para essas nossas mentes ingênuas e iludidas, que não são capazes de crer nesses mistérios, que são as verdades absolutas, para acreditar no óbvio, que são as falsas verdades, fabricadas por nossos olhos físicos, que só vêem o que é denso e matéria.

As Cavernas Hell Fire

Os planos para as cavernas estavam traçados há muito.
A estrada e a extração do calcário não apareceram por acaso.
No seguimento de perseguições políticas aos “Cavaleiros de S. Francis”, Dashwood deu a "Ordem" como extinta em 1763.


Fotografia: Micas Out/05


Contudo e porque há documentos que provam o contrário, as reuniões secretas continuaram, foram apenas transferidas para outros locais.
Um desses locais seria então a Caverna que Francis Dashwood tinha mandado escavar.




As lendas locais contam que aí se sacrificavam virgens ao demónio, outras falam de orgias selvagens entre os membros da Ordem.
Será apenas a voz do povo que tenta arranjar uma explicação para aquilo que não se sabe explicar! Certo é que as cavernas continuam nos dias de hoje, envoltas em histórias de escândalos e mistério...


Fotografia: George Knowles


Acredita-se que as cavernas foram somente utilizadas para os rituais de iniciatismo.


Fotografia: George Knowles


Estes rituais secretos eram conduzidos pelos 13 membros principais.
Seriam rituais de grande simbolismo e bastante insinuação sexual, alegadamente baseados na versão de Francis Dashwood sobre os “Mistérios de Elêusis”.


Fotografia: George Knowles


Os mesmos teriam sido praticados na Grécia antiga em honra de Demeter e da sua filha Persephone durante um período de nove dias.
Mas, estas cavernas existiam já antes das escavações feitas por Francis Dashwood.


Fotografia: George Knowles


De facto, tem origem pré-histórica.
Diz-se que em tempos remotos teria sido um “altar pagão” com as suas catacumbas pagãs.
Há uma lenda popular contando que, quando começaram a construir a primeira igreja do povoado no sopé da colina durante a Idade Média, todas as noites mãos invisíveis vinham destruir o trabalho feito durante o dia.
Ao fim de um certo tempo e quando já toda a gente queria sair dali, o padre ouviu uma voz que lhe dizia para construir a igreja no topo da colina e assim nunca mais os trabalhos seriam perturbados.
Obviamente que esta lenda tem algum significado geomântico.
Quando os homens de Francis Dashwood começaram a extrair o calcário, depararam-se com alguns dos túneis completamente obstruidos pelos tectos que desabaram.


Fotografia: Micas Out/05


Haveria até uma passagem secreta que conduzia ao interior da igreja no cimo da colina e, que teria sido utilizada por uma misteriosa mulher de nome Maria, para se encontrar com o seu amor proibido! o padre.
Francis Dashwood chamou então engenheiros e, a maioria dos tuneis foram encerrados para maior protecção ficando as cavernas como as encontramos nos dias de hoje.




Com uma extensão de um quilómetro aproximadamente e, cem metros de profundidade na área que se situa directamente por baixo da igreja de St. Lawrence.
E como estamos em Inglaterra, não há lugar misterioso que se preze caso não exista um fantasma. As cavernas não fogem à regra, como tal tem não um, mas muitos fantasmas que vagueiam pelos seus túneis.
O mais famoso é sem dúvida Sir Paul Whitehead. Poeta, membro dos “Cavaleiros de S. Francis” e fiel responsável pelo Livro de Ponto da Sociedade.
Quando morreu em 1774, deixou escrito que doaria o seu corpo para a medicina mas que o seu coração teria de ser colocado numa urna de mármore e depositado em um dos nichos no mausoléu dos Dashwood.
A sua vontade foi feita, ficando o seu coração em repouso até ao ano de 1829 quando, infelizmente, o mesmo foi roubado por um soldado Australiano.
Diz-se que desde esse triste dia, Sir Whitehead vagueia pelas cavernas até que o seu coração seja reposto no mausoléu.
Outro dos fantasmas, é o de uma mulher que mantinha um relacionamento amoroso com um homem casado. Em um desses encontros, a dita mulher quando chegou à caverna em vez de encontrar o amado, deparou-se com um grupo de criaturas enfurecidas que a apedrejaram até à morte.


Fotografia: Micas Out/05


As cavernas tal como as encontramos hoje, continuam a ter uma aura mística de encanto especial.
Praticamente não há qualquer luz no interior.
Os tuneis são iluminados apenas em alguns locais por archotes.


Fotografia: Micas Out/05


As paredes estão repletas de simbolos e de mensagens feitas numa linguagem criptografada.


Fotografia: Micas Out/05


O chamado “Salão dos Banquetes” é sublime, esta a mais alta caverna com saídas para 5 dos tuneis. Para se chegar ao “Inner Temple”, a caverna onde eventualmente tiveram lugar os rituais de iniciação, tem que se atravessar um pequeno rio, hoje existe uma pequena ponte para o efeito.


Fotografia: Micas Out/05


Um local que fascina, o sentir do ar frio das profundezas que nos envolve na descida dos túneis mergulhados na escuridão, quase me leva a dizer ser possivel sentir algo que nos vai acompanhando, sentir olhos que nos penetram...




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