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sexta-feira, 30 de março de 2012

Criaturas Mágicas



Em mais um post sobre os youkais, as criaturas sobrenaturais japonesas, hoje nós conheceremos um dos seres mais famosos que habitam o imaginário, os rios e os lagos de todo o arquipélago japonês: o Kappa.




Kappa, formado pelos kanji “kawa”, que significa “rio”, “córrego”, e “warabe”, que significa “criança”. Literalmente, “criança da água”, o Kappa é chamado de “diabrete da água”.

 O Kappa é uma criatura pequena, do tamanho de uma criança, e tão travessa quanto. Sua aparência se assemelha a de um anfíbio. Possui um bico, um casco de tartaruga nas costas, e uma estranha formação no topo de sua cabeça, que lembra um prato. Esse prato é repleto de água, e, dizem as lendas, que é a fonte dos poderes sobrenaturais dessa criatura. Caso a água seque, o Kappaenfraquece, podendo vir a morrer, inclusive.

Sua comida preferida é o pepino. Mas, apesar de seu amor por esta cucurbitácea, o Kappa gosta mesmo é de carne, especialmente a humana. Na sua lista de pratos prediletos, rivaliza com o pepino o fígado humano e ashirikodama, uma mítica bola encontrada próximo ao ânus. Por isso, são comuns os relatos de Kappas puxando cavalos e crianças para dentro dos rios. Um antigo costume em Tóquio era escrever o nome de sua família num pepino e atirar em um lago para os Kappas, de modo a evitar seus ataques. Hoje em dia, não é raro, muito menos curioso, encontrar placas próximas a rios e lagos avisando as crianças o cuidado que devem ter com os Kappas.

“Aqui é perigoso”

“Perigoso”
 A fama do Kappa não se restringe apenas ao Japão. J.K. Rowling, autora da série de livros Harry Potter, fez constar essa intrigante criatura no mundo fantástico que criou para sua história. Remo Lupin inicia sua aula de Defesa Contra as Artes das Trevas para os terceiranistas falando sobre ele. Uma seção reservada ao Kappa é encontrada no livro “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, na qual ela o descreve como sendo uma criatura parecida com um macaco, com um buraco repleto de água no topo de sua cabeça. Para evitar seus ataques, basta atirar-lhe um pepino com seu nome escrito. Para torná-lo fraco, faça-o ajoelhar-se perante si. Assim, a água que está no topo de sua cabeça escoará, fazendo-o perder suas forças.

Agoureiro












 Também conhecido como Irish Phoenix (fênix irlandesa), Oaugurey (agoureiro) é nativo da Grã-Bretanha e da Irlanda, embora por vezes seja encontrado em outros países do norte europeu. Pássaro magro e de aspecto tristonho, que lembra um abutre pequeno e malnutrido, o agoureiro é preto-esverdeado. É extremamente tímido, faz ninho em miotas espinhosas, come grandes insetos e fadas, só voa sob chuva pesada e, no restante do tempo, fica escondido em seu ninho em feitio de lágrimas.
O agoureiro tem um canto baixo e soluçante característico, que antigamente se acreditava anunciar a morte. Os bruxos evitevam os ninhos de agoureiro com medo de ouvir esse som de partir o coração, e acredita-se que mais de um buxo sofreu um ataque cardíaco, ao passar por uma miota e ouvir o lamento de um agoureiro escondido.
Com o tempo, porém, pesquisas pacientes do bruxo Gulliver Pokeby revelaram que esse pássaro simplesmente anuncia a aproximação da chuva. Desde então, ele entrou na moda como barômetro caseiro, embora haja quem ache difícil aturar o seu lamento contínuo durante os meses de inverno. As penas do agoureiro não servem para fazer canetas porque repelem a tinta.
Acromântula

Acromântula (acromantula) é uma aranha monstruosa de oito olhos e dotada de fala humana. É originária do Bornéu, onde habita a floresta tropical. Suas características incluem pêlos negros e grossos que lhe cobrem o corpo, pernas que têm uma envergadura que pode abranger até quatro metros e meio, pinças que produzem um estalido distinto quando ela se excita ou se irrita; e, finalmente, produz uma secreção venenosa e tece teias abobadadas no solo. A acromântula é carnívora e prefere presas de grande porte. A fêmea é maior do que o macho e pode pôr até cem ovos de cada vez. Macios e brancos, eles têm o tamanho de uma bola inflável de piscina. Os filhotes nascem de seis a oito semanas ap-ós a postura. Os ovos de acromântula são classificados como Artigo Não Comerciáveis Classe A pelo Departamento para Regulamentação e Controle das Criaturas Mágicas, o que significa que sua importação ou venda é punida com severidade.
Acredita-se que esse animal foi desenvolvido por bruxos, possivelmente com a finalidade de guardar suas casas ou tesouros, como acontece com a maioria dos seres criados por meio de magia. Apesar de sua inteligência quase humana, a acromântuoa, no entento, não é treinável e oferece extremo perigo a bruxos e trouxas.

Basilisco










Também chamado de "O rei das Serpentes", o basilisco é uma cobra gigantesca com presas venenosas, que mata instantaneamente qualquer um que seja fixado por seus olhos. E também pode matar com seu hálito. Ele nasce de um ovo de galinha, chocado por uma rã. A única coisa de que o basilisco foge é o canto do galo, que lhe é fatal. 

O Basilisco Verde

Ele corre por cima da água



 







 O basilisco é dotado de uma crista que parece uma coroa, i seu nome vem de uma palavra grega (basiliskos), que significa reizinho. Ele, porém, não merece a majestade da realeza, pois é um dos animais mais tímidos. Quando este lagarto é ameaçado, ele mergulha depressa na água — ou, assombrosamente corre pela superfície. Sua grande agilidade e velocidade permitem-lhe fazer isso sem afundar. Por isso, os mexicanos chamam-no de pasa rios.
  Há várias espécies de basiliscos, todas elas naturais da América tropical. Distinguem-se pela cor de suas escamas e pela forma mais ou menos arredondada da crista. Eles têm hábitos diurno e vivem nos arbustos e árvores ribeirinhos. Quando estão descansando, enrolam a cauda de forma curiosa.
Após o acasalamento, a fêmea cava um buraco com cerca de 8 cm de profundidade, onde deposita aproximadamente vinte ovos.


Barretes Vermelhos









São como duendes, e vivem pelos lugares onde houve derramamento de sangue (onde houve uma guerra, por exemplo), para matar com porretes os que sobraram.


Bicho Papão
Mora em lugares escuros e fechados, e se transforma na coisa que a pessoa mais teme.  


Centauro


Metade homem, metade cavalo, os centauros vêm da mitologia grega. Eles filosofam muito sobre a vida, e é muito difícil conversar sobre algum assunto com eles, porque não falam muito.




Minotauro
























O Minotauro (touro de Minos) é uma figura mitológica criada na Grécia Antiga. Com cabeça e cauda de touro num corpo de homem, este personagem povoou o imaginário dos gregos, levando medo e terror. De acordo com o mito, a criatura habitava um labirinto na Ilha de Creta que era governada pelo rei Minos.
Conta o mito que ele nasceu em função de um desrespeito de seu pai ao deus dos mares, Poseidon. O rei Minos, antes de tornar-se rei de Creta, havia feito um pedido ao deus para que ele se tornasse o rei. Poseidon aceita o pedido, porém pede em troca que Minos sacrificasse, em sua homenagem, um lindo touro branco que sairia do mar. Ao receber o animal, o rei ficou tão impressionado com sua beleza que resolveu sacrificar um outro touro em seu lugar, esperando que o deus não percebesse. 
Muito bravo com a atitude do rei, Poseidon resolve castigar o mortal. Faz com que a esposa de Minos, Pasífae, se apaixonasse pelo touro. Isso não só aconteceu como também ela acabou ficando grávida do animal. Nasceu desta união o Minotauro. Desesperado e com muito medo, Minos solicitou a Dédalos que este construísse um labirinto gigante para prender a criatura. O labirinto foi construído no subsolo do palácio de Minos, na cidade de Cnossos, em Creta.
Após vencer e dominar, numa guerra, os atenienses , que haviam matado Androceu (filho de Minos), o rei de Creta ordenou que fossem enviados todo ano sete rapazes e sete moças de Atenas para serem devorados pelo Minotauro.
Após o terceiro ano de sacrifícios, o herói grego Teseu resolve apresentar-se voluntariamente para ir à Creta matar o Minotauro. Ao chegar na ilha, Ariadne (filha do rei Minos) apaixona-se pelo herói grego e resolve ajudá-lo, entregando-lhe um novelo de lã para que Teseu pudesse marcar o caminho na entrada e não se perder no grandioso e perigoso labirinto. Tomando todo cuidado, Teseu escondeu-se entre as paredes do labirinto e atacou o monstro de surpresa. Usou uma espada mágica, que havia ganhado de presente de Ariadne, colocando fim aquela terrível criatura. O herói ajudou a salvar outros atenienses que ainda estavam vivos dentro do labirinto. Saíram do local seguindo o caminho deixado pelo novelo de lã.
O mito do Minotauro foi um dos mais contados na época da Grécia Antiga. Passou de geração em geração, principalmente de forma oral. Pais contavam para os filhos, filhos para os netos e assim por diante. Era uma maneira dos gregos ensinarem o que poderia aconteceu àqueles que desrespeitassem ou tentassem enganar os deuses.





Diabretes da Cornualha










São bichinhos azul-elétrico, com uns 20 cm de altura, rostos finos e vozes tão agudas como um bando de periquitos fazendo algazarra  
Dragões: São répteis gigantes, com asas. Há vários tipos de dragões: brancos, negros, azuis, verdes, vermelhos, dourados... alguns são bons, outros nem tanto. A maioria deles cospe fogo, mas também podem usar gases venenosos ou ácido para se defenderem.


Duende












Os duendes são seres pequenos e de pele escura, seus dedos dos pés e das mãos são finos e compridos. Alguns usam barba pontuda, outros são carecas, e alguns usam chapéus. Todos têm orelhas pontudas e olhos escuros.

Eles aceitam, em geral, o desprezo dos bruxos, mas controlam as finanças da comunidade mágica, de modo que toda a economia está sob sua responsabilidade. No quinto volume, a Ordem da Fênix tentou persuadir os duendes a ficarem no seu lado na batalha contra Voldemort, mas em vão. São exímios manufaturadores do metal, sendo que a família Black têm inúmeros objetos de prata.


Pégasus


Pégaso, segundo a mitologia grega, nasceu do sangue da Medusa, após ser esta decapitada por Perseu. Atena domesticou o cavalo alado e ofereceu-o ao herói grego 
Belerofonte, para que combatesse a Quimera. Com ele, Belerofonte tentou aproximar-se do Olimpo, mas Zeus fez com que Pégaso corcoveasse, provocando a queda do cavaleiro, que morreu. Transformado em constelação, o cavalo passou desde então 
ao serviço de Zeus. Pégaso vivia no Parnaso, no Hélicon, no Pindo e na Piéria, lugares frequentados pelas Musas, filhas de Zeus e Mnemósine, e onde o cavalo alado costumava pastar. Com um de seus coices, fez nascer a fonte de Hipocrene, que se acreditava ser a fonte de inspiração dos poetas. Na literatura clássica há numerosas alusões às fontes de inspiração. A história de Pégaso tornou-se um dos temas preferidos da literatura e das artes plásticas gregas.


Fauno























Na mitologia romana, Fauno (Faunus, de uma raiz latina que significa "favorável") é uma das divindades mais antigas, o di indigetes das florestas, planícies e campos, que propicia a fertilidade (di indigetes, "deus indicado", é uma expressão que se refere aos deuses romanos nativos, em contraste comdi novensides, "deus recém-chegado" de origem estrangeira, geralmente grega). Fauno foi racionalizado por romanos cultos como um rei legendário dos latinos, filho de Pico (Picus, "pica-pau") e da ninfa Canente (Canens, "cantora") e neto de Saturno. Com a ninfa Marica, teve como filho Latino, o rei do Lácio que recebeu os refugiados de Tróia liderados por Enéias. Após a morte, Fauno teria se tornado divindade tutelar da terra por seus serviços à agricultura e pecuária. Sua sombra era consultada como uma divindade da profecia, sob o nome de Fátuo (Fatuus). Seus oráculos situavam-se nos bosques sagrados de Tibur, em torno da fonte Albunea, e também no monte Aventino, uma das sete colinas de Roma. As respostas eram dadas em versos saturnianos, um estilo arcaico e tipicamente romano, anterior à influência grega, em sonhos e vozes comunidadas àqueles que iam dormir em seus precintos sobre um velo de cordeiro sacrificado. W. Warde Fowler sugeriu que esse Faunus é o mesmo que Favonius, deus do vento oeste mais tarde identificado com o Zéfiro grego.
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Dragão

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Animal fabuloso de muitas culturas diferentes, em umas benevolente, em outras malévolo, na arte cristã o dragão veio a simbolizar o pecado e o paganismo, e por isso a iconografia o representa prostrado aos pés de santos e mártires. Dragão é um monstro presente nas mitologias de diversas culturas, descrito geralmente como uma grande serpente ou um enorme lagarto, com grandes asas de morcego, pele escamosa, grande cauda serrilhada, uma ou várias cabeças e outras tantas bocas, por meio das quais lança labaredas de fogo. A palavra grega drakon significa originalmente serpente. Assim, a serpente Píton, monstro mitológico, filha de Géia e depositária inicial do oráculo de Delfos, era, às vezes, representada como um dragão. Entre os povos orientais, o dragão era a princípio o símbolo do espírito do mal, tal como ocorria no antigo Egito. Entretanto, no mundo grego e romano, tal interpretação do dragão como um ser maléfico coexistia com a idéia da existência de outros dragões benéficos, ocultos no seio da terra. Essa dualidade se achava presente também em outras culturas. Na China, o dragão (lung) representava o princípio yang da atividade e da masculinidade e desde tempos muito remotos constituía o símbolo da família imperial, reproduzido em edifícios, flâmulas e galhardetes. O dragão japonês, um dos elementos herdados da cultura chinesa, tinha o poder de mudar de forma e tamanho e ainda a faculdade de fazer-se invisível. No Ocidente, ao longo da história da arte e da mitologia prevaleceu a idéia do dragão como encarnação do espírito do mal. Assim, no santoral cristão (livro que contém panegíricos ou vida de santos) são Miguel e são Jorge aparecem como vencedores do maléfico mito. Analogamente, em numerosas representações da Virgem Maria, sobretudo em sua invocação como a Imaculada Conceição, ela aparece pisando a cabeça de um dragão, identificado, neste caso, com a serpente do Gênesis, à qual uma mulher "esmagará a cabeça". Num outro contexto, o dragão foi tomado como emblema heráldico. Um exemplo é a figura incorporada, no século XX, às armas do príncipe de Gales.


http://aosugo.files.wordpress.com/2008/06/dragao.jpg


O Dragão é muito famoso. A fêmea em geral é maior e mais agressiva que o macho. Existem dez espécies de dragão, embora se saiba que às vezes elas se entrecruzem e criem mestiços.

Lista de Espécies:
• Barriga-de-Ferro Ucraniano
• Chifres-Longos Romeno
• Dente-de-Víbora Peruano
• Dorso-Cristado Norueguês
• Meteoro-Chinês (chamado também de Dragão Leonino)
• Negro das Ilhas Hébridas
• Olho-de-Opala
• Rabo-Córneo Húngaro
• Verde-Galês Comum
• Focinho-curto sueco


Elfo Doméstico

















Um pequeno elfo obrigado a servir para sempre uma família. É doméstico porque fica em casa e faz de tudo: cozinha, lava louça, limpa o chão... Ele só é libertado se alguém da família o presentear com uma peça de roupa. Um exemplo é Dobby, que aparece em "A Câmara Secreta".

Explosivins









Um bicho tipo uma lagosta que pica, queima... ou seja, faz tudo com quem chega perto dele. Eles até se matam uns aos outros.   

Unicórnio

É um ser da mitologia grega, tem forma de cavalo, normalmente branco, com apenas um chifre em forma de espiral. Segundo a mitologia, os unicórnios são seres dóceis; no entanto, são as mulheres virgens que tem facilidade para tocá-los. Sua imagem está associada à pureza e força. 
Os caçadores usavam jovens virgens para poder capturar os unicórnios, punham-na no caminho do animal, que no momento em que avistava, aproximava-se com grande reverência, deitava-se ao seu lado, e, colocando sua cabeça sobre o colo da moça, dormia. Então neste momento os caçadores o capturavam.



Gifs e Recados para OrkutCavalos -1



Fênix









A fênix é a lendária ave que quando morre, renasce de suas cinzas. São capazes de carregar cargas muito pesadas e suas lágrimas têm poderes curativos. Se alguém tiver uma fênix, ela será uma companheira muito fiel.


Sereia

Sereia (do grego — Σειρῆνας) é um ser mitológico, parte mulher e parte peixe (ou pássaro segundo vários escritores e poetas antigos). É provável que o mito tenha tido origem em relatos da existência de animais com características próximas daquela que, mais tarde foram classificados como sirênios
Filhas do rio Achelous e da musa Terpsícore. Não confundir com Harpias. Habitavam os rochedos entre aIlha de Capri e a costa da Itália. Eram tão lindas e cantavam com tanta doçura que atraíam os tripulantes dos navios que passavam por ali para os navios colidirem com os rochedos e afundarem.Odisseu, personagem da Odisséia de Homero conseguiu salvar-se porque colocou cera nos ouvidos dos seus marinheiros e amarrou-se ao mastro de seu navio, para poder ouvi-las sem poder aproximar-se. As Sereias representam na cultura contemporânea o sexo e a sensualidade.
Na Grécia Antiga porém, os seres que atacaram Odisseu eram na verdade, retratados como sendo sirens, Mulheres que ofenderam a deusa Afrodite e foram viver numa ilha isolada.Se assemelham às harpias, mas possuem penas negras, uma linda voz e uma beleza única.




Grindylow
Um bichinho com chifres pontiagudos, que vive na água. Tem dedos compridos e quebradiços. 

Medusa


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Medusa era portadora de extrema beleza juntamente com suas duas irmãs. Quando estava sentada num campo cercada de flores de Primavera, o deus do Oceano, Poseídon, une-se a ela e gera os seus dois únicos filhos, mas estes só nascem no momento da morte de Medusa. A vida das três irmãs, vidas debochadas e dissolutas, aborrecia os demais deuses, principalmente à deusaAfrodite, para castigá-las, Afrodite as transformou em monstros com serpentes em vez dos seus belos cabelos, presas pontiagudas, mãos de bronze, asas de ouro, e seu olhar petrificava quem olhasse diretamente em seus olhos.
Temidas pelos homens e pelos deuses, as três habitavam o extremo Ocidente, junto ao país das Hespérides e vizinhas de Nix
Perseu foi encarregado pelo rei de Séfiro , Polidete, de decepar e lhe dar de presente a cabeça da Medusa para, em sua vez, Polidectes oferecer como prenda a Énomao, rei de Pisa, com fim de desposar a sua filha Hipodâmia. Para isso, o herói Perseu encontrou-se com umas certas ninfas africanas que gentilmente lhe ofereceram objetos mágicos para o ajudarem no combate a Medusa, tais como: um alforge, um par de sandálias aladas, que lhe permitiam elevar-se como uma pena e escapar velozmente dos monstros, um escudo de bronze bem polido cujo reflexo neutralizava o olhar petrificante das irmãs de Medusa e um capacete que, uma vez colocado, o convertia numa figura invisível, possibilitando-o de se aproximar de Medusa sem este ser descoberto. Quando Perseu a decapitou usando uma foice com uma rigidez de diamante e bem afiada, uma oferta do deus Hermes, as grandes figuras mitológicas Pégaso (o cavalo alado) e Crisaor, com a sua espada dourada, nasceram do pescoço de Medusa.
Perseu recolheu a cabeça decapitada de Medusa e colocou-a no alforge que as ninfas lhe tinham entregue para manter a cabeça bem tapada de todos os olhares, pois Medusa, mesmo depois de morta, seria ainda capaz de petrificar quem a fitasse nos olhos tal era a dimensão do seu poder.

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Hinkypunk

Tem uma lanterna com que atrai os viajantes e faz com que vão para o brejo, literalmente.  


Hipogrifo













Um animal com cabeça de águia e corpo de cavalo (hipo = cavalo), bastante desconfiado. Pode ser muito agressivo se a pessoa não conseguir conquistar sua confiança. Não é a mesma coisa que grifo, que tem cabeça de águia e corpo de leão.  


Kappa



É um tipo de macaco com escamas, que vive nas águas e estrangula banhistas.  



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