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sexta-feira, 16 de março de 2012

O Poder da Bruxa


CONHEÇA-TE A TI MESMO E ENCONTRE SEU PODER - 







Você se conhece?
Sabe realmente do que é capaz?
Sabe realmente do seu poder?

Essas perguntas são constantes em nosso interior.
Somos até mesmo, muitas vezes assombrados por essas interrogativas, não é mesmo?
Nós seres humanos nos colocamos à um pedestal ao pensarmos que podemos solucionar e responder todas as simples perguntas das quais nos deparamos. 
Sim, há um grande conjunto de questionamento que temos grande facilidade à obter respostas rápidas, porém há uma dúvida, da qual aborda a inquietação de saber para onde vai tal grande sabedoria ao perguntares " Quem é você?" 



Esta eterna ânsia, que não se satisfaz nunca, é porque, o que se busca é algo que sempre foge e, teimosamente se esconde da luz da sabedoria. Cada cortina que se levanta, outra mais aparece.

«Quando Sócrates inventou a máxima “Conhece-te a ti mesmo” podia bem ter acrescentado “Mas não contes a ninguém”.»


H. F. Heinrich



“Nosce te ipsum” – inscrição grega (na foto) traduzida para o latim do Oráculo de Delfos. “Conhece-te a ti mesmo”.


Sempre estamos em busca de mais e mais conhecimentos.
Pois sabemos que o caminho do conhecimento é o nosso progresso, o progresso da mente humana, que nos eleva espiritualmente.




Arte difícil, a arte do auto conhecimento.


O meio mais prático e eficaz de melhorar nossas vidas, conquistar espaçõs e sucesso, e principalmente não ser arrastados pelo mal, é conhecer nosso interior, nossas capacidades, nosso próprio eu.






Vivemos num mundo não só cheio de palavras, mas acima de tudo, cheio
de barulho.

E como diz a sabedoria:
 "No meio do barulho não se consegue ouvir o
silêncio ..."


O primeiro e mais óbvio sinal de poder sobre si
mesmo é o silêncio em momentos críticos. Se você está em silêncio,
olhando para o problema, mostra que está pensando, sem tempo para
debates fúteis. Se for uma discussão que já deixou o terreno da razão,
quem silencia mostra que já venceu, mesmo quando o outro lado insiste
em gritar a sua derrota. Olhe. Sorria. Silencie.

 Lembre-se de que há momentos de falar e há momentos de
silenciar. Escolha qual desses momentos é o correto, mesmo que tenha
que se esforçar para isso. Por alguma razão, provavelmente cultural,
somos treinados para a (falsa) idéia de que somos obrigados a
responder a todas as perguntas e reagir a todos os ataques.


“Quando me deparo com minhas fraquezas, paradoxalmente me torno mais forte…”

Quais são seus sonhos, seus medos, suas forças e suas fraquezas?
Você tem consciência de sua missão, do seu papel diante da vida?
Eu sei que essas perguntas são difíceis e causam desconforto para muita gente, sobretudo porque a busca dessas respostas está associada à dor e à angústia de se conhecer.

É difícil encarar nossas  fraquezas, nossas fragilidades e nossos  próprios sentimentos e a insensatez de muitos de nossos desejos.
Mas, sei também que é devido a essa aspereza típica do caminho do autoconhecimento que as pessoas comuns evitam ou preferem ignorar essas perguntas.
Encontrar-se consigo mesmo pode trazer a angústia, por outro é o caminho capaz de trazer o sentido de plenitude.
Se o encontro com nossas fragilidades traz dor, é a quebra da vaidade pessoal que nos permite realizar, empreender.Caminhar para dentro de si é caminhar em direção à verdadeira liberdade.


Pense em quantas pessoas chegam ao final da vida sem nunca terem sido apresentadas a elas mesmas?
Quantas pessoas insatisfeitas com a vida, se tivessem a oportunidade de recomeçar tudo de novo, guardando as lembranças do antigo futuro, certamente não seguiriam os mesmos caminhos, não tomariam as mesmas decisões e não cometeriam os mesmos erros?
Esse é um preço muito caro que se paga por evitar a busca de si mesmo.


Quando alguém aprende a receber e a querer receber feedbacks, entendendo que uma crítica pertinente é um verdadeiro presente recebido do outro, torna-se mais capaz de caminhar sem medo em direção a ele mesmo.
Devemos nos lembrar que só é possível guiar o outro por um caminho que já tenhamos percorrido. E é por isso que propor uma forma de educação ou um estilo de gestão que criem oportunidades para o autoconhecimento exige que os educadores e os líderes tenham vivido previamente essa caminhada em suas vidas.
Acima de tudo, é preciso estar disposto a se arriscar nessa busca, acreditando, que ao final, esse encontro terá valido a pena.




Sempre acreditei que a vida seria impossível sem a arte, sem uma criação de sentido que a envolva e a distancie de sua banalidade e mediocridade dadas. A vida só é possível se for reinventada.
A cada aprendizado novo, podemos reformular nossas ações, pensamentos e conduta.
E assim transmutar nosso presente dirigido ao nosso futuro.
Eis a tarefa de auto-realização.


Quanto mais soubermos quem realmente somos,
menos problemas teremos em lidar com o que as pessoas pensam a nosso respeito.




"Eso Anthropos é um termo grego que significa "Homem Interior."

Vivemos num mundo onde pouco se partilha do homem interior que cada um carrega dentro de si. É um mundo de exterioridades, superficial, frio, desumanizador, que faz de cada ser humano uma pequena e isolada ilha de individualismo, egoísmo ou - pior ainda - de indiferença pelo outro.
O saber humano é reflexivo, centralizado no sujeito, opera uma interiorização, gera responsabilidade e a partir disso relação.Somos seres em constante construção pela insatisfação natural que existe em nós apontando naturalmente para nossa origem e fim divinos.



Conhecer a si mesmo permite que o sujeito se comporte como causa eficiente (protagonista) do agir.
Isso gera a consciência humana.
No processo de desenvolvimento humano, o homem primeiro se constrói pelo auto-conhecimento: uma meditação pessoal, Isso gera a conscide um valor onde se descobre como ser único.




Na caminhada da Bruxaria e da Evolução, primeiro vem o auto-conhecimento (que na verdade nunca termina); segundo o conhecimento/relação com as coisas; terceiro o conhecimento/relacionamento com os outros, que reiniciará esse ciclo ajudando-nos a nos auto conhecer através das relações.



O conhecimento de si mesmo nunca terminará porque cada pessoa é uma realidade inesgotável. Cada indivíduo é inédito inclusive para si mesmo, uma “presença” misteriosa num corpo humano.

Desse modo, quando alguém anula sua personalidade incorre no mais terrível modo de suicídio, torna-se um “morto-vivo”, um “zumbi” e, alvo da mais profunda solidão uma vez que não está com outrem nem consigo mesma.







Apenas o “homem vivo” que se conhece, pode protagonizar a construção de sua história e do mundo.

Somente uma relação onde cada um assume e vive sua personalidade (a unicidade de seu ser, sua individualidade e ação sobre a própria vida) pode ser uma relação feliz, unida pelo amor e partilha das diferenças.



Nesse complexo processo, os momento de crises e dificuldades aparecem como tempos de graça que nos despertam para a necessidade de reflexão pessoal, auto-avaliação.

E assim se faz consequentemente,seu crescimento-evolução.

Assim, as crises e sofrimentos não devem jamais serem vistas somente pelo seu lado trágico, de dor e desgaste. Elas abalam nossas estruturas e fazem correr novamente em nós a água interior que existe em nosso ser mais profundo - nossa personalidade.



Conhecer a si mesmo. Essa será sempre a mais longa viagem que o homem pode empreender: aquela rumo ao seu interior.




 " BEM-ESTAR, é aprendido ".


Porque ficar na dúvida?
Porque não procurar conhecer a verdade?
Porque guardar une atitude passiva face à adversidade?
Porque ficar só a recalcar sem fim um problema sem realmente procurar uma solução?

Assumir o controlo da sua vida, é encontrar se… 
"Tudo tem seu significado no percurso evolutivo da conciência e identificado por meio da pesquisa de si mesmo".



Penso que não existe tema mais interessante ou mais prometedor, ou de forma alguma mais excitante, do que o estudo de nós mesmos.
Claro que é verdade que primeiro temos de nos compreender a nós mesmos antes de querer descobrir seja o que for sobre a vida em geral. 
Estamos em posição de examinar as coisas que nos são mais valiosas – coisas que produzem em nós o desejo de evoluir.
Em todos nós existe o desejo de descobrir por nós mesmos até onde podemos compreender quem somos e o que nos afecta. 
Para alcançar essa felicidade, devemos descobrir até onde nos encaixamos num plano definido.



Devemos estar cientes de que há um plano em que cada um de nós tem um papel a representar, e devemos possuir a determinação na qual agiremos, com a qual deveremos criar o ambiente no qual caberemos – ou não.
E se estivermos dispostos a procurar com a atitude correcta deveremos ser capazes de descobrir até onde nos encaixaremos nesse plano.
“Muito bem, esse é o teu caminho. Vai e procura, descobre quais são os teus talentos, e logo que os encontres, saberás como sofrer e servir.” Pois existem muito poucos que realmente conseguem dizer, “Eu posso fazer isto; ao longo desta linha reside o meu sacrifício ao serviço do Divino.”
Consideramos que nos sacrificámos quando terminamos sem algo do qual podemos facilmente abrir mão.




Vá para o mundo e se desenvolve no mundo...
O nosso problema é que tal como no mundo exterior, temos os nossos direitos adquiridos. E desde que exista o elemento de egoísmo, não descobriremos o caminho.
Como disse no início, não existe nada tão absorvente como o estudo de nós mesmos. Esse é o único assunto sobre o qual vale a pena pensar; porque significa mudança. Não existe ninguém para forçar os mais velhos, e portanto ficam cristalizados.
O que interessa é descobrir o que podemos fazer e até onde nos podemos sacrificar; quanta é a nossa força e quais as nossas capacidades.

 
http://casadabruxajadefenix.blogspot.com/2011/08/conheca-te-ti-mesmo-e-encontre-seu.html 

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