Siga por e-mail

Seguidores

quarta-feira, 9 de maio de 2012

O Que é um Ritual?




A palavra Ritual vem do latim Ritualis, e pode ser compreendido como sinônimo de Cerimônia.
Também significa o conjunto de determinadas práticas que devem ser precisamente seguidas em ocasiões específicas. Numa conotação Ocultista, o Ritual é associado à práticas e cerimônias religiosas ou místicas, que podem ser realizadas de forma individual ou coletiva. Neste caso, o Ritual possui duas classificações principais: o Ritual Cerimonial e o Ritual Psíquico.
No Ritual Cerimonial, são necessários vestimentas, instrumentos e materiais específicos.
Geralmente são coordenados por uma pessoa (no caso de ser praticado de forma coletiva) ou apenas segue a orientação de um determinado livro (neste caso, praticado individualmente). Este tipo de Ritual é comum nas religiões pagãs e de origem africana, e visa operar mudanças no campo físico.
A segunda modalidade ritualística é conhecida como Ritual Psíquico, na qual desenvolve-se principalmente através da psique e do intelecto do praticante. É uma forma de Magia Natural; é uma projeção mental (visualização) enviada ao Universo com o objetivo de efetuar mudanças no campo físico. Esse tipo de ritual é, geralmente, praticado individualmente por aqueles que iniciam os estudos ocultistas sem fazerem parte de um grupo (seita, coven, etc.).
De qualquer forma, os rituais são poderosas e importantes ferramentas que devem ser utilizadas com responsabilidade e consciência. Os Rituais acionam e interferem em energias naturais; criam, alteram ou desencadeiam forças no campo físico, espiritual e astral. Portanto, é aconselhável que o praticante tenha um conhecimento prévio do que irá executar. Apesar das técnicas parecerem muito simples, são eficientes. Mas para que a magia funcione, alguns fatores devem ser observados:
Simbolismo
O subconsciente opera através de símbolos, por isso é importante gravá-los nas velas, em talismãs e objetos mágicos.
Visualização
Ao realizar um feitiço deve-se mentalizar a concretização dos desejos.
ConcentraçãoÉ o ato de reter um pensamento, imagem ou figura na mente de forma ininterrupta.
O Poder da Palavra
Tudo deve ser verbalizado para que possa surtir efeito.
Mão do Poder
Usa-se principalmente a mão com a qual se escreve, pois é através dela que os poderes são liberados.
Círculo MágicoOs rituais realizados no interior do Círculo Mágico terão as energias intensificadas. Ao finalizá-lo, deve-se fechar o Círculo.



A construção dos ritos pode ser aprendida partindo-se de ideias muito simples, de fácil entendimento. Sobre sua estrutura básica pode-se construir um rito que será tão singelo quanto as ideias básicas ou muito complexo, com uma pluralidade de etapas a executar. Pode-se elaborar uma grande variedade de rituais com diferentes objetivos e diferentes graus de complexidade, mas encontrar-se-á dentro de todos esses ritos um mesmo padrão simples, expressivo e harmonioso.
A divisão do padrão do ritual abrange três partes: o centro, o começo e o final. Mas, por quê não o começo primeiro? Bem, há nisso uma lógica.
Na margem, fora do rito propriamente, ocorre a dedicação do espaço sagrado. Na margem, fora do rito propriamente, os participantes reúnem-se e fazem todas as coisas que são necessárias para unir-se em uma mesma identidade espiritual e para levar essa massa formada de partículas individuais a um ponto de contato direto com o sagrado. O cerne de tudo necessariamente será aquele momento para o qual todos estão ali, o ponto em que se oferece, reverencia-se, abençoa-se ou se consagra.
Novamente, é na margem, fora do rito propriamente, que encontraremos o final do qual estaremos retornando - passada a ação sagrada central do rito - para nossas vidas e consciências de costume.
Do centro para a margem o rito é planejado. Da margem para o centro o rito é conduzido.
Ultrapassando a margem, ingressamos no rito e avançamos rumo ao momento de clímax em busca do qual viemos. Prosseguimos então calmamente, até uma vez mais retornarmos à margem.

No cento de todo ritual fica o momento culminante, o ato central de adoração, benção ou transformação, onde se encontra a razão do rito, o porquê do exercício espiritual que está sendo realizado. A construção de um rito começa aqui, ao planejarmos uma cerimônia e a finalidade para a qual ela se destina. Ao planejar um ritual, devemos responder certas perguntas:
- Que desejamos realizar?
- Qual a melhor forma para alcançar esse objetivo?
É no centro que localizamos o ato fundamental do rito.
É importante lembrar que, ao identificarmos o centro, não o confundamos com o centro temporal, cronológico. A identificação de um ato como centro da cerimônia baseia-se completamente na função desse ato no contexto do rito. Em rituais longos, a construção do ato central geralmente consome a maior parte do tempo, com os passos finais ocupando somente uma porcentagem diminuta do tempo total. Em uma cerimônia que dura cerca de uma hora, o ponto do clímax comumente será atingido somente depois de 40 ou 45 minutos. Em uma cerimônia de trinta minutos, o ato central comumente será encontrado após 20 minutos do início. Mas isso não é uma regra rígida, é apenas o que geralmente se vê.
Três elementos a lembrar sobre o centro de um ritual: a razão do ritual, o objetivo do ritual, o apogeu do ritual.
O modo mais eficiente para conduzir ao clímax de um rito é a preocupação que ocupa nossas mentes ao delinearmos o começo de uma cerimônia. É no princípio do rito que ponderamos sobre a melhor forma para agregar a mente espiritual das pessoas presentes. É também durante esse estágio inicial que estabelecemos e identificamos o espaço sagrado e como se liga ou se demonstra a cosmologia de nossa realidade sagrada. A ligação ritual inicial com as divindades, ancestrais e outras forças espirituais é estabelecida durante o começo de qualquer cerimônia. O começo de um rito deve estabelece o foco e a identidade espirituais dos participantes, identificar e estabelecer o tempo e espaço rituais, estabelecer a conexão com a cosmologia sagrada, as divindades e as forças espirituais.
Três elementos a lembrar sobre o começo de um ritual: como se reunir, como estabelecer o espaço sagrado, como ligar-se aos Deuses.
Não se passa de um momento de intensidade espiritual diretamente de volta para a vida quotidiana. Assim, deve existir também uma parte de encerramento da cerimônia. É no encerramento do ritual que se dá tempo para os participantes buscarem seus objetivos pessoais, afrouxar a tensão e retomar contato com a realidade comum depois de um ato de forte carga espiritual. É necessário oferecer um caminho pelo qual todos possam suavemente voltar ao mundo das percepções normais à realidade comum. Podemos novamente nos aproximar da margem e, serena e suavemente, deixar o mundo da realidade ritual e retornar a nossas vidas. No final da cerimônia, dedicamos algum tempo para agradecer aos Deuses e ancestrais por sua participação e relações espirituais conosco, acrescentando um momento de tranquilidade e quietude.
Três elementos a lembrar sobre o fim de um ritual: serenar, voltar, relaxar.
O ritualista iniciante deve evitar a tentação de prolongar desnecessariamente uma cerimônia incluindo etapas ou atividades adicionais. Embora esses passos ou atividades adicionais possam ter a intenção de intensificar ou aperfeiçoar a experiência do ritual, é mais a sua adequação do que a sua quantidade que deve fornecer a base para a escolha de quais atos incluir em qualquer cerimônia. Uma ação deve fluir, resultar na próxima ação, sempre com vistas ao ápice central do rito. Depois, as ações devem fluir do centro de volta para um ponto de calma e paz. Um fluxo espiritual adequado é a consideração primordial ao selecionar que etapas incluir e quais deixar de fora em uma cerimônia. Cada ação deve servir de apoio à formação do objetivo central do ritual. Desse modo, algumas ações podem encaixar-se bem no contexto de uma dada cerimônia e encontrar-se totalmente deslocadas no contexto de outra. 

Três elementos a lembrar sobre ações rituais: sua adequação, seu fluxo, seu contexto.

A Bruxaria, não tem uma grande rigidez quanto a forma de praticar seus rituais, você pode estar modificando e criando de acordo com a sua imaginação e de que como seu coração reage nesse momento.
Existem basicamente nove pontos essenciais para a criação dos rituais, muito embora, nem todos as(os) bruxas(os) façam uso de todos eles, é importante que você saiba, e procure usar à medida do possível todos eles.
· Purificação do seu corpo
· Purificação do Altar
· Criação do Local Sagrado
· Invocação dos Deuses
· Rituais ( Sabbats e Ésbas)
· Criação do Cone do Poder
· O Poder para a Terra
· Agradecimento à Deusa e ao Deus, aos Elementos, Elementais e Guardiões das Torres
· Fechamento do Círculo Mágico

Do centro para a margem o rito é planejado. Da margem para o centro o rito é conduzido.
Três elementos a lembrar sobre o centro de um ritual:
a razão do ritual
o objetivo do ritual
o apogeu do ritual.
Três elementos a lembrar sobre o começo de um ritual:
como se reunir
como estabelecer o espaço sagrado
como ligar-se aos Deuses.
Três elementos a lembrar sobre o fim de um ritual:
serenar
voltar
relaxar
Três elementos a lembrar sobre ações rituais:
sua adequação
seu fluxo
seu contexto


Purificação do seu corpo
É o cuidado que você deve tomar com seu corpo, sua mente, que serve como um inicio do ritual que você irá praticar:
Banhe-se com pétalas de rosas, aplique óleos de aromas compatíveis com o ritual a ser feito, medite bastante, faça exercícios de respiração, e nesse dia especialmente, não beba, não use drogas e se possível, evite carnes, principalmente as de porco.
Fique calma e em paz consigo mesma, livre-se de maus pensamentos, sentimentos de vingança, e outras coisas menores.
Uma outra maneira de você se purificar é abraçando uma árvore, com amor, sentindo que ela é sua amiga, (e na verdade é) deixe que ela "descarregue" você de toda energia negativa. É uma experiência sentida na hora...você se sentirá muito melhor na mesma hora.
Ouça se possível músicas suaves (New Age) ou músicas Wiccanas, descanse bastante, evite contato com pessoas de má influência, desligue-se de problemas, não dê muita importância à notícias de rádios ou TV, evite-as a medida do possível, tenha bons pensamentos.
Evite antecipar o ritual, ou seja ficar planejando fazer isso ou aquilo, deixe que ele aconteça normalmente, porque nesse momento você já está praticando o ritual, lembre-se que em magia, seja ela qual for, nosso tempo e espaço são diferentes do tempo e espaço do mundo mágico, então, faça apenas uma coisa de cada vez, isso evita que se esqueça de algo importante e diminui o risco de algum acidente.

Purificação do Altar
Se faz necessária essa purificação em ambientes fechados, que normalmente são carregados com energias negativas, principalmente de outras pessoas, já em ambientes abertos como no campo, a negatividade quase não existe, a própria natureza se encarrega de eliminá-las.
Tenha a certeza que você não será interrompida por ninguém, nem por telefonemas, ou companhias da porta, se estiver morando com mais pessoas, avise-as que fará o ritual e peça com jeitinho que elas não a perturbem.
Nunca entre em "choque", com seu marido ou esposa se for o caso, ou com seus familiares, se eles não aprovam, evite brigas, faça em outros horários ou local.
Lave bem o piso, passe sua vassoura mágica, enquanto isso visualize ela "varrendo" toda a negatividade do local, pense que está levando embora qualquer mal que tenha, doenças de familiares, porque nesse momento é isso o que ela está fazendo.
Quando lavar o piso, espalhe bastante SAL GROSSO, pode-se juntar à água ervas de purificação, enquanto isso deixe uma vela preta acesa, e um incenso. A vela preta junto com uma vela branca é apenas a transmutação do negativo para o positivo. Não se preocupe....
Esfregue sempre com bastante vontade de poder, isso libera as energias positivas e são ampliadas por seus pensamentos e intenções. Nesse momento você poderá estar cantando, andando em círculos no sentido horário, partindo do norte, passando por leste, sul e oeste, voltando ao norte.
Se você estiver em ambiente aberto é claro que não precisará usar o sal, até porque não faria bem as plantas, para tanto basta que use sua vassoura mágica, sem mesmo que ela toque o chão, e proceda a "limpeza".

Criando o Círculo Mágico
Mas nem sempre você vai poder fazer uso dele, as vezes porque o local não é apropriado, outras porque é inviável por algum motivo, então há alternativas, e uma delas é:
Visualize o local que quer formar seu Círculo, tenha em mente que o Altar deverá estar exatamente ao Norte, vá até o centro do Círculo que você irá formar e com a mão esquerda espalmada, coloque-a sobre seus plexo solar, e com a mão direita, com a palma da mão para baixo, com os dedos, polegar, indicador e médio abertos, os dois que sobraram fechados diga o seguinte, partindo do norte em sentido horário.
Deusas poderosas e amáveis, criadora de todos as mulheres e todos os homens, rogo à vós e aos Deuses poderosos e amáveis, criador de todas as mulheres e de todos os homens, que ordenes ao meu intercessor elemental que trace um círculo mágico a minha volta, onde nenhuma entidade tenebrosa ou mal poderá entrar, e também desse Círculo nenhum mal poderá sair, a fim de que a mente e o corpo de quem estiver aqui dentro seja protegido e nenhum mal poderá ser causado.
Diga isso andando no sentido horário e visualizando o Círculo sendo formado, em forma de uma luz verde, bem luminosa.
Nada poderá entrar ou sair desse Círculo Mágico depois de formado, portanto não se esqueça de levar pra dentro do Círculo, tudo que irá precisar, se alguém, algum objeto ou animal passar por ele, deverá ser formado novamente.
Agora balance bem a suas mãos, para que se interrompa o poder das mãos, e proceda da maneira normal, convidando as Deusas e os Deuses para participar do Ritual.
Invoque os Guardiões das Torres do Norte, das Torres do Leste, das Torres do Sul e das Torres do Oeste.
Convide os Elementais para participarem desta festa e peça-lhes proteção e bom andamento do ritual.
Outra maneira de se formar o Círculo Mágico é demarcar o Círculo com flores (na primavera), já no inverno podem ser usadas pinhas.
Pedras de rios, cristais também servem para formar o Círculo Mágico.

Invocação
Indispensável nos Rituais, por isso muito importante.
Os Rituais são a perfeita harmonia e integração com os poderes, as Deusas e os Deuses.
O resto do cerimonial , também tem sua importância, porque a consciência do bruxo está sempre cercada de deidades, e quanto mais bonito e bem feito for o Ritual, mas elas se alegrarão pela atenção dispensada, e é claro que isso reverte a seu favor.
Não é necessário que se diga palavras decoradas ou orações pré estabelecidas, pode ser feita a invocação de uma maneira espontânea como manda seu coração.
Quando estiver fazendo a invocação, se você esquecer algumas palavras, não se sinta constrangida ou irritada consigo mesma, as vezes acontece, nesse caso improvise com suas próprias palavras, para que não se perca a essência desse momento, e tenha em mente que não será "castigado" por causa disso, e nem que o ritual não dará certo.....
O mais importante é que se faça a invocação com sinceridade, que realmente você queira que essas deidades comparecem ao ritual, faça-a com o coração, peça a presença das Deusas e dos Deuses, com fervor e humildade. Se assim não for, tudo não terá passado de mera formalidade, e o contato tão esperado não se concretizará.
Mas não se preocupe, você conseguirá fazer essas invocações à medida em que for praticando no seu dia a dia, meditando, invocando, afinal você não pode e acredito que nem queira ser uma bruxa só em dias de Sabaths ou Esbaths, e tenha em mente que os Elementos, os Elementais, os Guardiões das Torres também devem ser invocados.
Outro ponto que vale a pena ressaltar, é que apesar de sermos partes divinas, (somos mônadas), não somos deuses, não somos os donos da verdade, devemos aceitar as opiniões de outros membros que participarão do ritual.

O Ritual
Seja somente um ritual de meditação, um Sabath ou Esbaths, não é necessário que você fique tenso, muito pelo contrário, você deve ficar leve e solto, rir bastante, o que é uma proteção, portanto quando perceber que se esqueceu de algo, ria e recomece e nenhuma energia negativa vai poder ficar atrapalhando seu ritual, se tiver alguém que toque algum instrumento poderá faze-lo, afinal na maioria deles são festas e comemorações.
Na bruxaria, não existe aquela rigidez de outras religiões, que se tem "medo" dos deuses, nossos deuses são alegres e bondosos, e por eles temos respeito, mas não medo. Essa rigidez acontece muito entre jovens recém iniciados, quando participam pela primeira vez de um ritual, acabam ficando tensos e com medo, e a maior arma contra o medo é a confiança e a alegria, junto as deidades.
Também não é necessário que se gaste verdadeira fortuna para fazer um ritual cheio coisas caras e pomposas, a menos que você tenha condições financeiras para isso. Ele pode ser simples e de bom gosto, o efeito será o mesmo.

Cone do Poder
As datas de Sabaths , Solstícios, Ebaths, são  dias propícios para a magia, apesar de que pode-se fazer magia em outras datas, são os dias eu a magia terá mais efeito. A maioria dos bruxos usam essas datas apenas para celebrações. Observe por favor, que estamos no Hemisfério Sul, e não tem sentido por exemplo fazer um Solstício de Inverno em pleno verão...observe sempre as datas do HS.
Outro ponto, é que nem sempre a Lua Cheia, coincide com datas de festividades, e você não vai deixar de comemorar por causa disso,
Mas se você quiser fazer uma magia, certifique-se que seja realmente necessária, lembre-se que os deuses estarão presentes, assim como todas outras deidades, portanto assegure-se que fará somente a magia do bem, nunca do mal, as que mais parecem fáceis e "bobinhas" são as que surtem mais efeito.
Não se esqueça de fazer o cone do poder.
Nessa hora, todos devem dar as mãos e girar ao redor do fogo, para criar o Cone do Poder. Esse é o nome da Grande Massa de energia criada durante o Ritual. Ela circula pelos corpos energéticos de todos os membros do Coven e se junta num ponto acima do Círculo. Essa concentração de energia recebeu esse nome porque os videntes dizem enxergá-la em forma de cone, de onde vieram as representações de Bruxas e Magos usando chapéus pontudos. Muitos dizem que essa forma auxilia a captação de poder, como acontece nas pirâmides. Se você quiser testar é só fazer uns chapéus em forma de cone para o seu grupo. Se não ajudar em nada, pelo menos é bem divertido!
• Cabe à sacerdotisa perceber quando o nível de energia atingiu um nível satisfatório. Então, ela ergue os braços e todos imitam o seu movimento, lançando o Cone em direção ao Universo, para que seus objetivos sejam realizados.
Ele ficará retido no seu corpo até atingir sua plenitude, quando é liberado e enviado à seu objetivo.
Atente bem para esse detalhe....qualquer magia que se destine a prejudicar ou controlar as emoções de um ser vivente, é uma magia negativa, digo isso porque é comum as jovens bruxinhas tentarem fazer com que determinada pessoa se afeiçoe à elas.....e isso é ruim, porque você estará mudando a vontade de outra pessoa.
Quando terminar suas magias, pare por alguns momentos, pense em tudo que fez, observe bem ao seu redor, as velas, incensos queimando, as flores, as frutas, entre em sintonia com as deidades.
Depois do fim do Ritual, apenas esqueça o que se passou, não comente com ninguém, libere suas energias, porque nesse momento provavelmente você estará cansada.

O Poder para a Terra
Nesse momento você enviou as energias, mas alguns resíduos ainda ficam ao seu redor.
Agora você deve comer o que estava no Círculo, broas, frutas, pães, bolos.....beber o vinho, porém devem ser abençoadas antes.
Ofereça aos Deuses, esparrame pedacinhos e derrame algumas gotas de vinho....o que sobrar enterre e deixe o local limpo.
Espalhe sal ao redor do Círculo e coloque um pouquinho na boca.
Eleve o Pentagrama e visualize-o absorvendo o excesso de energia. Pode ser feito também com o Athame.
Essa energia que ficou no seu instrumento poderá ser reutilizada em encantamentos ou para abrir novos Círculos Mágicos.

Agradecendo aos Deuses
Agradeça aos Deuses, os Elementais, os Elementos, aos Guardiões das Torres do Norte, do Leste, do Sul e do Oeste.
Pode-se fazer isso de diversas maneiras, cantando, tocando, por palavras de agradecimento.
Seja simples....você é apenas um bruxo, não diga jamais...vocês podem partir, porque na verdade eles habitam dentro de nós, no Universo e na Natureza, apenas agradeça por sua presença e atenção...e que retornem...somente isso.





Ritual é "uma forma específica de movimento, manipulação de objetos ou uma séries de processos internos com o intuito de produzir os efeitos desejados". Na Wicca, os rituais são cerimónias que celebram e fortalecem nosso relacionamento com a Deusa, o Deus e a Terra.
Os rituais não precisam ser pré-planejados, ensaiados ou tradicionais, tampouco deter-se servilmente a um determinado formato ou padrão. Na verdade, os Wiccanos, de uma forma geral,concordam que os rituais criados espontaneamente tendem a ser os mais eficazes e poderosos.
Um rito Wiccano pode consistir em um celebrante solitário que acende uma fogueira, entoa nomes sagrados e observa o surgir da lua ou pode envolver dez ou mais pessoas, algumas das quais assumem diversos papéis em peças míticas, ou recitam longos trechos em honra aos Deuses. O rito pode ser antigo ou recém concebido. Sua forma externa não é importante, desde que consiga atingir a consciência das deidades dentro do Wiccano.
Rituais Wiccanos normalmente têm lugar nas noites de lua cheia e nos oito Dias de Poder, os antigos festivais sazonais e agriculturais da Europa. Rituais são em geral de natureza espiritual, mas podem também incluir trabalhos de magia.
O melhor método para aprender Wicca é por meio de sua prática; deste modo, com o passar do tempo, ao praticar rituais, você obterá uma melhor compreensão acerca da verdadeira natureza da Wicca.
Muitas pessoas dizem que desejam praticar Wicca, mas permanecem inertes, convencendo a si próprias de que não podem honrar a Lua Cheia com um ritual por não serem iniciadas, não possuírem um instrutor ou não saberem o que fazer. Isto são meras desculpas. Se tiver interesse em praticar Wicca, simplesmente o faça.
Para o Wiccano solitário, a criação de novos rituais pode ser uma atividade estimulante. Noites são consumidas sobre textos de referência, unindo fragmentos de rituais e invocações, ou simplesmente permitindo que o espírito do momento e a sabedoria das Deidades nos preencham com sua inspiração. Não importa como sejam criados, todos os rituais devem ser concebidos do prazer, e não da obrigação.
Se desejar, ajuste seus rituais às estações, aos dias festivos do paganismo e às fases da lua. Se sentir-se particularmente atraído a outros calendários sagrados, sinta-se à vontade para adaptá-los. Já houve adaptações altamente bem-sucedidas em Wicca do sistema religioso-mágico egípcio, indígena americano, havaiano, babilônico e outros. Apesar de a maior parte da Wicca ter tido, até recentemente, embasamento europeu e britânico, não precisamos limitar-nos a isso. Como Wiccanos solitários, estamos livres para fazer o que bem nos aprouver. Uma vez que os rituais sejam eficazes e satisfatórios, por que se preocupar?
O Capítulo 13 do livro “ Guia essencial da bruxa solitária “ de Scott Cunnigham, contém instruções para a criação de seus próprios rituais, mas algumas palavras acerca da preparação de rituais se fazem necessárias aqui.
Para começar, certifique-se de que não será interrompido durante seu rito religioso (ou mágico). Se estiver em casa, diga a sua família que estará ocupado e deseja não ser interrompido. Se estiver só, tire o fone do gancho, tranque as portas e feche as janelas, se assim desejar. É melhor assegurar-se de que estará só e sem distrações por algum tempo.
Um banho ritual é geralmente o próximo passo. Por algum tempo, praticamente não conseguia realizar um rito sem um rápido banho antes. Isto é em parte psicológico: se sentir-se limpo e purificado das preocupações diárias, você se sentirá melhor para contatar a Deusa e o Deus.
A purificação ritual é uma característica comum a muitas religiões. Na Wicca, vemos a água como uma substância purificante que elimina as vibrações indesejadas das tensões rotineiras e nos permite contatar as deidades puros de corpo e mente.
Num nível mais profundo, a imersão em água nos remete à nossa mais primitiva memória. O ato de banhar-se numa banheira de água fresca e salgada é semelhante a caminhar nas ondas do sempre acolhedor oceano, o domínio da Deusa. Isso nos prepara física e espiritualmente (você nunca se sentiu diferente numa banheira?) para a experiência vindoura.
O banho normalmente se torna um ritual por si só. Pode-se acender velas no banheiro, além de incenso. Óleos perfumados e sachês de ervas podem ser colocados na água. Meu sachê de banho purificador preferido consiste em partes iguais de alecrim, erva-doce, lavanda, manjericão, tomilho, hissopo, verbena, menta, com um toque de raiz de valeriana moída. (Esta fórmula foi retirada de A Chave de Salomão.) Ponha estes ingredientes num pano, até as extremidades, para prender as ervas e mergulhe-o na água.
Rituais ao ar livre nas proximidades do oceano ou de um lago ou regato podem ser antecedidos com um rápido mergulho. Obviamente, é impossível tomar um banho antes de rituais espontâneos. Até mesmo a necessidade de banhos rituais é questionada por alguns. Se sentir-se confortável ao tomar banho, faça-o. Se achar que não é necessário, então não faça.
Uma vez banhado, é hora de vestir-se para o ritual. Muitos Wiccanos hoje, em especial aqueles influenciados pelos textos e ideias de Gerald Gardner ou um de seus aprendizes, acham que a nudez é ideal para invocar as deidades da natureza. Certamente, é a condição mais natural em que o corpo humano pode ficar, mas a nudez ritual não é para qualquer um. A Igreja muito fez para criar sentimentos de culpa acerca de uma figura humana desnuda. Tais emoções distorcidas, não naturais, perduram até hoje.
Muitas razões são dadas para esta insistência na nudez ritual. Alguns Wiccanos declaram que um corpo vestido não consegue emitir o poder pessoal tão eficientemente quanto um corpo nu, para em seguida dizer que, quando necessário, rituais vestidos praticados em ambientes fechados são tão eficazes quanto rituais nus ao ar livre.
Mesmo vestidos, os Wiccanos produzem magia tão eficaz quanto a produzida por Wiccanos nus. As vestimentas não constituem barreira para a transferência de poder. Mas nudez é sempre preferível.
Uma explicação mais convincente sobre a nudez durante um ritual na Wicca é a de que ela é usada por seu valor simbólico: a nudez mental, espiritual e física diante da Deusa e do Deus simboliza a sinceridade e a abertura do Wiccano. A nudez ritual era prática de muitas religiões antigas e pode ser encontrada em áreas distintas do globo, portanto não é uma ideia nova, apenas para alguns ocidentais.
Apesar de muitos covens insistirem na nudez ritual, não é preciso preocupar-se com isso. Como praticante solitário, a escolha é sua. Se não se sentir bem quanto à nudez ritual, mesmo que privadamente, não a pratique. Existem muitas opções.
Vestes especiais, como robes e tabardos, são razoavelmente populares entre alguns Wiccanos. Várias são as razões para o uso de robes, uma das quais é a de que vestir-se com trajes utilizados apenas para a prática de magia confere uma atmosfera mística a tais rituais e altera sua consciência para os procedimentos que se seguem, promovendo, assim, a consciência ritual.
As cores são também utilizadas por suas vibrações específicas. A lista a seguir é uma boa amostragem de cores para robes. Se estiver especialmente interessado em magia com ervas, ou praticar rituais concebidos para interromper a proliferação de usinas e armas nucleares, utilize uma túnica verde para ligar seus rituais à energia da Terra. Robes específicos podem ser confeccionados e utilizados por pessoas habilidosas para certos encantamentos ou ciclos de encantamentos, de acordo com as descrições abaixo.
Amarelo é uma cor excelente para aqueles envolvidos em adivinhação.
Roxo é favorável aos que trabalham com o poder divino puro (magos) ou que desejam aprofundar sua consciência espiritual acerca da Deusa e do Deus.
Azul é indicado para curandeiros e para os que trabalham com sua consciência psíquica ou para sintonizar-se com a Deusa em Seu aspecto oceânico.
Verde fortalece os herbalistas e os ecologistas mágicos.
Marrom é usado por aqueles com ligações com os animais ou que lançam encantamentos por eles.
Branco simboliza a purificação e a espiritualidade pura, sendo também perfeito para a meditação e rituais de purificação. É utilizado ainda em rituais da Lua Cheia, ou para acessar a Deusa.
Laranja ou Vermelho podem ser utilizados em Sabbats, para ritos de proteção ou sintonizar-se com o Deus em seu aspecto Solar.
Preto é uma cor popular. Ao contrário das crenças populares, o preto não simboliza o mal. É a ausência de cor. É uma matiz protetora e simboliza a noite, o universo e a ausência de falsidade. Quando um Wiccano veste um robe preto, ele está vestindo a escuridão do espaço - simbolicamente, a fonte suprema de energia divina.
Se isto lhe parece muito complicado, simplesmente faça ou compre um robe e utilize-o em todos os rituais.
Podemos encontrar desde robes simples, como uma saída de banho, até alguns com gorros e bordados, como os de um monge, incluindo as mangas largas, o que deve ser motivo de muito cuidado, pois podem pegar fogo se próximas demais das velas. Alguns Wiccanos vestem robes com gorros, para isolar interferências externas e controlar os estímulos sensoriais durante os rituais. É uma boa ideia para a magia e para a meditação, mas não para os ritos religiosos da Wicca, durante os quais devemos abrir-nos para a natureza, e não cortar nossas conexões com o mundo físico.
Se não desejar utilizar tais trajes, não é capaz de confeccionar um ou simplesmente não consegue encontrar ninguém que confeccione um para você, utilize apenas roupas limpas de fibras naturais, como algodão, lã ou seda. Desde que se sinta confortável com o que esteja (ou não) trajando, tudo bem. Por que não provar para ver o que lhe "cai" melhor?
Escolher e usar jóias rituais segue naturalmente a veste. Muitos Wiccanos têm coleções de peças exóticas com desenhos religiosos ou mágicos. Da mesma forma, amuletos e talismãs (objetos criados para afastar ou atrair poderes) costumam ser utilizados como joalheria ritual. Maravilhas como colares de âmbar e azeviche, braceletes de prata ou ouro, coroas de prata incrustadas com luas crescentes, anéis de esmeraldas e pérolas, até mesmo jarreteiras rituais, equipadas com pequenas fivelas de prata, normalmente fazem parte do aparato Wiccano.
Mas não é preciso adquirir ou confeccionar tais extravagâncias. Seja simples. Se sentir-se bem usando uma ou duas peças de joalheria durante rituais, tudo bem! Escolha desenhos com crescentes, ankhs, estrelas de cinco pontas (pentagramas) e assim por diante. Muitos fornecedores por correio vendem joalheria para ocultismo. Se desejar reservar seu uso para rituais, tudo bem. Muitos assim o fazem.
Sou constantemente perguntado se carrego sempre um bom amuleto, uma jóia ou outro objeto de poder comigo. A resposta é não.
Isto normalmente surpreende as pessoas, mas é parte de minha Filosofia em magia. Se determino que uma peça de joalheria (um anel, pingente, cristal etc.) é meu objeto de poder, meu elo com os Deuses, minha certeza de boa sorte, ficaria arrasada se me roubassem, se o perdesse, ou me separasse dele de algum modo.
Poderia dizer que o poder abandonou o objeto, que era uma bobagem ou que teria sido tomado por seres superiores, ou que não estava tão alerta quanto imaginava. Mesmo assim, ficaria arrasada.
Não é muito sábio depositar nossas esperanças, sonhos e energia em objetos físicos. Isto representa uma limitação, um produto direto do materialismo incutido em nós durante toda a nossa vida. É muito fácil dizer: "Não consigo fazer nada desde que perdi meu colar de selenita da sorte." É tentador pensar: "Nada mais deu certo desde que meu anel do Deus Cornudo desapareceu."
O que não é fácil de perceber é que todo o poder e sorte de que precisamos está no interior de nós mesmos. Não está contido em objetos externos, a não ser que assim o permitamos. Se fizermos isso, estaremos propensos a perder essa parte de nossa força pessoal e boa sorte, algo que não faria conscientemente.
Objetos de poder e jóias rituais podem sem dúvida simbolizar a Deusa e o Deus, assim como nossas próprias habilidades. Mas creio que não devemos deixar que sejam mais do que isso.
Ainda assim, eu possuo algumas peças que por vezes uso em rituais. A utilização de tais objetos ativa nossa mente e produz o estado de consciência necessário para um ritual eficaz.
Não estou dizendo que o poder não deva ser enviado para objetos: na verdade, este é o modo pelo qual são feitos talismãs e amuletos com cargas mágicas. Simplesmente prefiro não fazer isso com jóias rituais e pessoais.
Certos objetos naturais, como cristais de quartzo, são usados para atrair sua energia para dentro de nós com a finalidade de efetuar mudanças específicas. Este tipo de "objeto de poder" é um bom auxílio à energia pessoal - mas é perigoso confiar exclusivamente nele.
Se o uso de certas peças cria um estado mágico, ou de uma imagem da Deusa ou um de Seus símbolos sagrados faz com que se sinta mais próximo dela, tudo bem.
Seu objetivo, contudo, deverá ser a habilidade de sintonizar-se constantemente com o mundo oculto que nos rodeia e a realidade da Deusa e do Deus, mesmo em meio às mais devastadoras e aviltantes atitudes humanas.
Assim, agora já está banhado, vestido, enfeitado e pronto para o ritual. Mais alguma consideração? Sim, uma importante - companhia. Você deseja cultuar os Antigos Deuses da Wicca em particular, ou com outros? Se possuir amigos interessados, pode convidá-los para juntarem-se a você.
Em caso contrário, não há problema. Rituais solos são normais ao se iniciar nas tradições da Wicca. A presença de pessoas com ideias semelhantes é ótima, mas também pode ser inibitória.
Há certos rituais nos quais não deve haver outras pessoas. Uma inesperada visão da lua cheia por entre as nuvens pede por alguns momentos de silêncio e sintonia, uma invocação ou meditação. Estes são rituais compartilhados com a Deusa e com o Deus apenas. As Deidades não permanecem em cerimônias; são tão imprevisíveis e voláteis quanto a própria Natureza.
Se desejar unir-se a amigos para seus rituais, faça-o apenas com aqueles realmente sintonizados com suas concepções sobre a Wicca. Penetras e pensamentos fugidios nada acrescentarão ao seu progresso dentro da Wicca.
Acautele-se também quanto ao interesse por amor ( o namorado ou namorada, marido ou esposa), que se interessam apenas porque você está interessado. Podem parecer genuínos, mas após algum tempo você perceberá que não estão contribuindo para os rituais.
Há muitos aspectos maravilhosos em trabalhos de covens: já os experimentei. Grande parte do que a Wicca tem de melhor pode ser encontrado num bom coven (e o que há de pior, num mau coven), mas a maioria das pessoas não consegue contatar um coven. Podem também não possuir amigos com o mesmo interesse de praticar Wicca com eles. Se desejar, continue buscando um instrutor ou coven com o qual treinar enquanto trabalha este e outros guias de Wicca. Quando encontrar alguém, será capaz de abordá-lo com um conhecimento prático da Wicca obtido por meio de sua própria experiência, e não meramente de livros.
Apesar da ênfase dada às iniciações e ao trabalho em grupo na maioria dos livros sobre Wicca, praticantes solitários não devem ser vistos como artigos de Segunda categoria. Há muito mais indivíduos cultuando Os Antigos hoje, do que membros de covens e um número surpreendente destes, trabalha só por opção. É dentre estes que me incluo.
Nunca se sinta inferior por não trabalhar sob a orientação de um instrutor ou coven estabelecido. Não se preocupe quanto a não ser reconhecido como um verdadeiro Wiccano. Tal reconhecimento é importante apenas perante os olhos dos que o recebem ou que o fazem; fora isso, não vale nada. Você só precisa se preocupar em satisfazer a si próprio e desenvolver um relacionamento com a Deusa e com o Deus. Esteja à vontade para elaborar seus próprios rituais. Livre-se das algemas do conformismo rígido e da noção de "livros revelados" que devem ser seguidos à exaustão. A Wicca é uma religião em desenvolvimento. O amor pela natureza, pela Deusa e pelo Deus é sua essência, e não tradições eternas e ritos antigos.
Não estou dizendo que a Wicca tradicional não é boa. Longe disso. Na verdade, estudei várias tradições Wiccana, cada uma com seus próprios rituais de iniciação, Sabbats e Esbats, nomes para a Deusa e para o Deus, lendas e conhecimento de magia. Mas após receber tais "segredos" percebi que todos são iguais, e os maiores segredos de todos estavam à disposição de qualquer um que veja a natureza como uma manifestação da Deusa e do Deus.
Cada tradição (expressão) da Wicca, seja passada de mão em mão seja praticada intuitivamente, é semelhante à pétala de uma flor. Nenhuma pétala é a totalidade; todas são necessárias à existência da flor. A trilha solitária é tão parte da Wicca quanto qualquer outra.

(Fonte: “Guia essencial da Bruxa Solitária”, de Scott Cunnigham)


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.