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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Deuses e Deusas hindus e seus Mantras

Eu sou o amor puro dos amantes
que lei nenhuma pode proibir.”

Krishna
   A mitologia hindu e tântrica é uma das mais ricas e de todo o planeta. São tantos deuses/deusas, devas (seres equivalentes aos anjos da tradição ocidental), semideuses e avatares (manifestação da lei divina ou do caminho da iluminação, onde ava = manifestação; tara = lei) que se torna impossível enumerá-los. Selecionei nesse capítulo algumas das principais divindades. Dentre elas, os três deuses/deusas que constituem a trindade máxima (trimurti) do hinduísmo e do tantra ― Brahma, Vishnu e Shiva. É importante afirmar que, embora alguns textos apresentem hierarquia entre as divindades do trimurti, não há supremacia. Os três são independentes e complementares.  

Brahma, o Criador

Primeira divindade do trimurti. É o deus criador, senhor de todos os seres, descrito com quatro ou cinco cabeças. Veste-se com roupas brancas e cavalga sobre um ganso. Uma das lendas sobre o surgimento de suas múltiplas cabeças conta que, de sua própria “substância imaculada”, Brahma deu origem a uma companheira. Ao contemplar a beleza sublime de sua companheira, Brahma foi tomado por um grande amor que não conseguia deixar de olhá-la. Para que continuasse a mirá-la, mesmo quando ela se deslocava para outros lados (direito, esquerdo, trás e alto), Brahma deixou que novas cabeças surgissem. Por fim, Brahma tomou-a por companheira e juntos deram origem a suras (deuses) e asuras (demônios).
O mantra de Brahma, ou Brahma Mantra, proporciona contentamento, saúde e longevidade. Concede também um sentimento profundo de devoção e confiança. Deve ser entoado, no mínimo, oito vezes: Om Hrim Brahmaya Namah.

Sarasvati, a Deusa da Sabedoria

É a forma feminina de Brahma, sendo sua companheira e filha por ter surgido diretamente da matéria do Criador e tê-lo desposado. Seus outros nomes são Satapura, Savitri, Gayatri e Brahmani. Representa todo o conhecimento e a sabedoria. Mãe dos Vedas (livro sagrado hindu) e inventora do alfabeto dêvanágarí (escrita dos deuses), é representada como uma bela jovem de quatro braços. Aparece sentada numa flor-de-lótus, símbolo da transmutação, trazendo em uma das mãos uma flor para oferecer a Brahma e na outra um livro, símbolo de sua sabedoria. Em outra mão segura um shivamala (colar de Shiva), que lhe serve para contar os mantras que entoa, e na outra, um pequeno tambor, chamado damaru, que lembra seu amor à arte e à música. Também é representada como uma jovem com apenas dois braços que toca um instrumento de cordas, sentada sobre uma flor de-lótus.
O mantra de Sarasvati, ou Sarasvati Mantra, visa o aperfeiçoamento do intelecto, da criatividade e da inteligência. Deve ser entoado, no mínimo oito vezes: Om Sri Sarasvatiaya Namah.

Vishnu, o Mantenedor 

Segunda divindade do trimurti, Vishnu é a energia conservadora. Aparece em oito encarnações ou avatares. Leva um disco na mão, mostrando que mantém o dharma, a retidão, a justiça, a honradez e a ordem do universo. A concha simboliza a remoção da ignorância e a música do cosmo. O lótus representa a beleza do universo e a pureza, assim como a transformação. O veículo de Vishnu é Garuda, o homem-águia, uma figura de grande força e poder.
O mantra de Vishnu, ou Vishnu Gayatri Mantra, tem como efeito principal estimular a força física do praticante. Deve ser entoado oito vezes ao dia:
Om Narayanaya Vidmahe Vasudevaya Dhi Mahi
Tanno Vishnu Prachodayata.
As oito manifestações de Vishnu e seus mantras
Segundo a tradição hindu, Vishnu se manifestou em oito formas divinas. Algumas poucas escolas acreditam que Siddharta Gautama — o Buda — seja a nona encarnação. Eu, particularmente, não.
1a manifestação: Matsya
Matsya significa peixe e nessa encarnação Vishnu é um peixe enorme com escamas de ouro e um chifre. Ele avisou Manu (o “Noé” hindu) sobre o dilúvio e salvou-o num barco preso ao seu chifre.
2a manifestação: Kurma
Vishnu, aqui, se transforma em Kurma, a tartaruga, a fim de salvar o Monte Mandara — que continha o leite da imortalidade — do ataque de demônios destruidores.
3a manifestação: Varaha
Quando a Terra estava submersa sob as águas de um segundo dilúvio, Vishnu encarnou em um javali, matando um gigante que aprisionava a Terra.
4a manifestação: Nara Simha
Vishnu aqui é Nara Simha, meio homem, meio leão. No crepúsculo matou um demônio que tinha invulnerabilidade durante o dia e a noite. Essa manifestação deveu-se à necessidade de combater a idolatria do homem.
5a manifestação: Trivik Rama
Desejando terminar a guerra entre deuses/deusas e demônios, Vishnu encarna num anão com poderes mágicos que domina os três mundos (físico, emocional e espiritual). O mantra que invoca Vishnu e o domínio dos três planos é: Om Trailokya Nathaya Namah.
6a manifestação: Parasu Rama
Nessa encarnação Vishnu aparece como um sacerdote hindu. Ele matou o rei Kshatryia, que roubou seu pai. Os filhos do rei, por sua vez, mataram seu pai, o que fez com que Parasu Rama matasse todos os homens descendentes do rei durante 21 gerações.
7a manifestação: Rama
Rama é um guerreiro que sai em resgate de sua esposa Sita, capturada pelo demônio Râvana. Na batalha descrita na Epopéia Ramayama, Rama tem um fiel amigo, o macaco Hanumam, deus da devoção.
8a manifestação: Krishna
Krishna é considerado a manifestação mais consciente de Vishnu. É o iluminado que traz caminhos de paz, equilíbrio e amor na era em que vivemos (kali-yuga).
Este é o mantra de Krishna, popularizado no Ocidente, a partir do fim dos anos 60, pelos Beatles:
Hare Rama, Hare Rama
Rama Rama, Hare Hare
Hare Krishna, Hare Krishna
Krishna Krishna, Hare Hare.
Krishna, O Amor Puro
Reencarnação de Vishnu, Krishna é um dos mais conhecidos avatares. Seu nome significa “escuro”, graças à sua pele de tom azulado. É representado por um jovem formoso, de corpo forte e cabelos anelados. É a divindade que conta com o maior número de adeptos na Índia e em todo o mundo, ao lado de Jesus e Buda. No Mahabharata — a grande odisséia hindu e o mais famoso poema épico de toda a Índia —, Krishna aparece ao lado de seu primo e escudeiro Arjuna. Num dos livros do Mahabharata, o Bhagavad Gita (A Canção do Senhor), Krishna personifica a divindade suprema, enquanto Arjuna representa o ser humano, que encontra em Krishna um guia e conselheiro. É a divindade do amor e também recebe os nomes de Govinda (Pastor), Kezava (O Que Possui Cabelos Abundantes), Gopinath (Senhor dos Leiteiros) e Gopal (Pastor).O mantra de Krishna, ou Krishna Mantra, permite ao discípulo desenvolver uma grande força física e moral. A entoação constante deste mantra proporciona confiança e faz com que o praticante passe a acreditar em sua própria capacidade de realização. Para ele o impossível torna-se possível, a dor se transforma em alegria, e as dificuldades, em satisfação. Deve ser repetido oito vezes ao dia:Om Klim Krishnaya Namah 
Alguns mantras relacionados a Krishna
 Mantras de Krishna (para felicidade): Om Hrisi Keshâya Namah.
Este mantra pode ser entoado, também, para despertar todos os nossos potenciais.
Govinda é o chefe dos pastores e este mantra é uma alusão ao mestre Krishna, o pastor dos espíritos, entoado por aqueles que buscam orientação mística interior:Om Govindaya Namah.
O mantra que homenageia Krishna, o matador de demônios, deve ser entoado para proteger-nos de       inimigos:Om Madhusudanaya Namah.
Este é o mantra de proteção que invoca Vasudeva, o pai de Krishna:
Om Namo Bhagawate Vasudevaya.
A repetição deste mantra sagrado aumenta sensivelmente nosso poder de cura energética :
OM Sri Krishnaya Govindaya Vallabrâva Swáhá. 
krisna-rada  
Lakshmi, A Deusa da Fortuna
É a parte feminina de Vishnu, o conservador, é também conhecida como Sri. Segundo a tradição, Lakshmi é eterna e onipresente. Na Índia, quando alguém enriquece, diz-se que Lakshmi foi visitá-lo, pois ela concede prosperidade e fartura aos homens. Atua também na beleza e no amor. É a deusa da fertilidade. Uma das mãos está posicionada num gesto que nos diz “Não tenhas medo”. A outra se posiciona com os dedos para baixo, como a conceder-nos graça e prosperidade. É representada por uma jovem de cor dourada, sentada numa flor-de-lótus.Com o mantra de Lakshmi, ou Sri Mantra, busca-se felicidade pessoal e financeira. Ao entoar este mantra, o praticante deve conservar junto de si um vaso com flores vivas. Deve ser proferido no minimo oito vezes ao dia: Om Srim Hrim Klim Sriyai Namah.
Lakshmi
Shiva, O Transformador
Terceira divindade do trimurti, Shiva é o destruidor. A morte, para os hindus e tântricos, representa a passagem para uma nova fase ou para um novo mundo. Shiva nos mostra que nada é permanente.
Representado como um deus alegre que dança, ama, luta, e tem muito bem resolvido e equilibrado os aspectos masculinos e femininos de sua alma.
Shiva dança sobre o demônio Pamara Purusha, que representa nosso ego inflado.
Representada por um belo homem azul, de cabelos longos, essa divindade tem em evidência, entre os olhos, o ajnã chacra (terceiro olho).
Shiva é conhecido por muitos nomes, como Maheswara (O Grande Deus), Ishwar (O Glorioso), Chandrashekara (O Que Tem a Meia-Lua à Frente), Mritunjaya (O Que Vence a Morte), Isana (O Governante), Tryambaka (O de Três Olhos), Sri Kanta (O Que Possui Formoso Colo), Bhuteswara (O Senhor dos Bhuts, dos Elementos da Terra), Gangadhara (O Que Leva o Rio Ganges nos Cabelos), Sthau (O Imperecível), Mahakala (O Grande Tempo), Girisha (O Senhor das Colinas), Digambara (O Que se Veste Com o Espaço) e Bhagavat (O Senhor).
Sua esposa é Shakti. Embora tenha a vida conjugal mais conturbada da mitologia hindu, por possuir várias amantes, o amor que unia Shiva e Shakti era absolutamente profundo. Devido a esse amor, depois da morte de Shakti os deuses/deusas concederam nova vida a ela, que renasceu com o nome de Parvati.
Shiva é o primeiro avatar (manifestação da lei divina ou do caminho da iluminação) que veio à Terra e é apontado como o criador do yoga.
O mantra de Shiva, ou Shiva Mantra, é utilizado nas práticas de yoga e proporciona consciência, saúde longevidade e alegria com a elevação da energia kundalinî. Para praticá-lo é necessário que se tenha muita bhava (devoção). Deve ser entoado oito vezes ao dia e é um dos mantras mais conhecidos do hinduísmo e do tantra: Om Namah Shivaya.
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Shakti, O Poder do Feminino
É filha de Daksha, que por sua vez é filho de Brahma. Recebe os nomes de Uma, Ambika e Devi e simboliza o ideal feminino de sensualidade, beleza, alegria, sabedoria, virtude e sinceridade. Foi a amada de Shiva em sua primeira manifestação na Terra e renasceu várias vezes para tornar a unir-se a ele.
Representada por uma mulher jovem e linda, ricamente ornamentada, sua expressão é serena e seus grandes olhos negros transmitem compreensão e sabedoria. Quase sempre aparece ao lado de Shiva.
O Mantra de Shakti pode ser entoado por homens, mas é especialmente recomendado para as mulheres, já que sua prática constante torna-as mais sensíveis, belas e conscientes. O principal atributo desse mantra é o desenvolvimento do poder de geração e criação. Deve ser entoado oito vezes ao dia:
Om Shaktiaya Namah.
Parvati, A Grande Mãe
É a reencarnação ou outra manifestação de Shakti. Também conhecida pelo nome de Gauri (Dourada), é nessa manifestação que se torna a deusa da atração e da beleza. Representada por uma mulher serena e paciente, seus principais atributos são tipicamente femininos, por isso Parvati relaciona-se a elementos como maternidade, carinho e harmonia. Embora fosse a reencarnação da companheira de Shiva, ele teve dificuldade de conquistar seu amor e só a teve porque Parvati era uma manifestação de sua eterna consorte.
O mantra de Parvati, ou Gauri Mantra, concede ao praticante força consciência pessoal. Deve ser entoado oito vezes ao dia: Om Hrim Gauryai Namah.
Outro mantra de Parvati proporciona contentamento e alegria profissional e deve ser entoado oito vezes ao dia: Om Hrim Gauri Rudradayite Hum Phat Swáhá.
Durga, O poder da Natureza
Outra manifestação de Shakti, Durga é a própria Parvati. Aqui, porém, ela assume a postura de uma guerreira, capaz de eliminar os demônios que prejudicam os deuses/deusas e os homens. Tem uma beleza forte e cativante e, por demonstrar coragem e astúcia, revela outro aspecto da feminilidade, menos conhecido e mais guerreiro. A palavra Durga significa “inacessível”, no sentido de algo ilusório, imaterial.
A deusa também surge sob outras manifestações, com os nomes de Jagaddharti (Mãe do Mundo), Dasabhuja (Deusa de dez mãos), Muktakesi (A que tem cabelos ao vento), Tara (A salvadora), Chinnamustaka (A decapitada), Krishnakrora (A que amamentou krishna), Jagadgauri (Mulher dourada de fama universal), Annapuma (A que traz fortuna), Pratyangira (A bem proporcionada),  Singhavahini (A que monta um leão), Mahishamardini (A que matou o demônio Mahisha) e Kali (A negra), esta a mais conhecida de suas manifestações.
O mantra de Durga, ou Durga Hridaya Mantra, proporciona proteção feminina, consciência, sexualidade e segurança. Deve ser entoado oito vezes ao dia: Om Em Hrim Klim Camunda Vicai Namah.
Dentro da tradição tântrica e hindu há dez divindades relacionadas com Durga que conferem atributos variados. Seus dez mantras de sabedoria (Dasha-Mahavidyas) são:
·        Bhuvaneshuari (sustentação da vida) é a deusa criadora: Om Bhuvaneshuari Namah.
·        Matangi (poder de dominar) é a deusa energizadora: Om Matangi Namah.
·        Kali (poder sobre o tempo) é a deusa controladora: Om Kali Namah.
·        Bagala (destruição do negativo) é a deusa protetora: Om Bagala Namah.
·         Chinnamasta (distribuição da energia da vida) é a deusa iniciadora: Om Chinnamasta Namah.
·         Dhumavati (domínio da natureza) é a deusa desafiadora: Om Dhumavati Namah.
·        Tara (recriação da vida) é a deusa libertadora: Om Tara Namah.
·        Bhairavi (modificações na vida) é a deusa tecelã: Om Bhairavi Namah.
·        Sodashi (aperfeiçoamento) é a deusa preservadora: Om Sodashi Namah.
·        Kamala (restauração) é a deusa dos poderes: Om Kamala Namah.
Entoe esses mantras 108 vezes ou em múltiplos de 8.
Durga02

Kali, A Destruição
Uma das manifestações de Durga, Kali é a Mãe Negra, a deusa da morte, (transformações) representada por uma mulher de pele escura e quatro braços. Leva nas mãos uma espada e a cabeça de um gigante a quem venceu e matou. Seus olhos são avermelhados e há rastros de sangue no rosto e nos seios. No passado, a corrente de esquerda do tantrismo dedicava a Kali ritos sanguinários. Sua simbologia deve ser compreendida no aspecto mais profundo, que é, na verdade, a destruição e a morte do ego, do apego e das ilusões, que  geram sofrimento. Kali é uma guerreira feminina cuja sexualidade se manifesta em sua forma mais atuante e primitiva, já que os instintos se sobrepõem à sua condição de deusa.
O mantra de Kali, ou Kali Mantra, atua sobre o despertar da energia da vida (kundalinî), eliminando o egocentrismo do praticante e preparando-o para alcançar a maturidade, individação(Jung) e o respeito dos que o cercam. Deve ser entoado oito vezes ao dia: Om Sri Kalikaya Namah. 
Ganesha, Sabedoria e Prosperidade
  Ganesha é filho de Shiva e Parvati. É cultuado como deus da sabedoria, da superação dos obstáculos e da prosperidade. Sua ajuda deve ser solicitada na execução de qualquer projeto, especialmente naqueles de natureza intelectual, material ou profissional.
Ganesha também está associado à prudência, à diplomacia e ao poder. Arquetipicamente é representado como um homem de corpo robusto e cabeça de elefante. O corpo forte indica firmeza; a cabeça, sagacidade. Sua tromba simboliza o órgão genital masculino, associado à força, e sua boca representa o órgão genital feminino, vinculado à intuição. Dessa forma, Ganesha é a manifestação do equilíbrio perfeito, da interação da força masculina e feminina. Em geral aparece perto de um rato, animal associado ao falso amor, que são o apego e as ilusões, que impedem de enxergar a realidade com clareza.
Ganesha costuma ser representado com apenas duas mãos, mas também pode apresentar quatro, seis ou oito. Embora não seja uma divindade à qual os textos sagrados façam muitas referências, conquistou devotos no mundo inteiro. Na Índia não há praticamente uma casa, templo ou mosteiro em que sua imagem não ocupe lugar de destaque. Além disso, existe uma corrente do hinduísmo que faz de Ganesha objeto supremo de adoração e seus seguidores são chamados ganapatyas.
Essa divindade aparece em várias manifestações ou formas diferentes e cada qual exalta uma qualidade.
Mantras de Ganesha
1o mantra: Om Gunapravanasaantushtaaya Namahá.
Para inspirar virtudes.
2o mantra: Om Gunaikabhuvae Namahá.
Auto-respeito e  auto-suficiência.
3o mantra: Om Gunapoornaaya Namahá.
Tolerância.
4o mantra: Om Gunavachhakra Samsaraaya Namahá.
Escapar da roda de reencarnação. (Sanssara)
5o mantra: Om Gajjapatayae Namahá.
Conquistar o poder pessoal.
6o mantra: Om Gajatratrae Namahá.
Compreender a natureza de tudo.
7o mantra: Om Gajamaayaaya Namahá.
Destruir ilusões
8o mantra: Om Gajahaetavae Namahá.
Meditar na transitoriedade da vida
9o mantra: Om Gajasaetavae Namahá.
Ser justo.
10o mantra: Om Gajadaityaghnae Namahá.
Destruir a ignorância.
11o mantra: Om Gajapungavaaya Namahá.
Para a prudência.
12o mantra: Om Garjito Ji Tadaityasavae Namahá.
Acalma a mente sempre obsessiva.
O efeito desse mantra é colocar sua mente em “obssessões” saudáveis como cuidar do corpo, estudar, ajudar o próximo, amar, etc.
13o mantra: Om Gaanatattvavivaechakaaya Namahá.
Excelência musical.
14o mantra: Om Gaanashlaghinae Namahá.
Conhecer a filosofia do som.
15o mantra: Om Gaanaayattaaya Namahá.
Energia física.
16o mantra: Om Gurubhujaaya Namahá.
Acalma o coração afetivamente.
17o mantra: Om Gurupriyaaya Namahá.
Tolerância com o próximo e com você mesmo.
18o mantra: Om Gurushreeaye Namahá
Energia.
19o mantra: Om Garishthaaya Namahá.
Auto-estima.
20o mantra: Om Gurukantayae Namahá.
Auto-aceitação.
 21o mantra: Om Guruputra Paritratrae Namahá.
Proteger as crianças.
22o mantra: Om Guruputraarti Shamanaaya Namahá.
Harmonia familiar.
23o mantra: Om Gauraaya Namahá.
Reconhecimento da sua iluminação.
24o mantra: Om Govardhanaaya Namahá.
Alegria.
25o mantra: Om Goshtaaya Namahá.
Para observar o silêncio que é tua essência.
26o mantra: Om Gatatraasaaya Namahá.
Libertar-se da fadiga.
27o mantra: Om Gatajvaraaya Namahá.
Estimular a saúde.
28o mantra: Om Gataaya Namahá.
Propiciar liberdade.
29o mantra: Om Grahabhartrae Namahá.
Sair das ilusões.
30o mantra: Om Gudaaya Namahá.
Tornar-se amoroso.
31o mantra: Om Gudaakesha Sakhaaya Namahá.
Facilita e abençoa as práticas tântricas.
32o mantra: Om Garvanudae Namahá.
Egocentrismo.
33o mantra: Om Gurutantraaya Namahá.
Inspiração aos praticantes de yoga.
34o mantra: Om Gataahitaaya Namahá.
Para saudar Ganesha, o auspicioso.
Estes são dois mantras de Ganesha que despertam o poder pessoal do praticante:
35º- Om Ganapatayê Namah;

36º-Om Sri Ganeschaya Namah;
    
ganesh-1

Oferendas no Hinduismo

 


 

No Hinduísmo as oferendas também estão presentes em todas as práticas religiosas.

A relação com o alimento é o ato de ofertá-lo é sagrada. Existem as mais variadas

oferendas, que incluem:vegetais, frutas, flores, legumes, especiarias, incensos, vinhos, água, ervas aromáticas, moedas essências, carvão, açúcar mascavo, canela,

arroz, lentilhas, açafrão,manteiga, leite, alguidares com terra, moedas.

Entre os hindus ortodoxos, o chefe da família costuma fazer cinco oferendas diárias.

São muitas as práticas ritualísticas no hinduísmo, dependendo da escola interpretativa. Mas em todas elas estão presentes as oferendas, em algumas seitas,

ainda que consideradas raras, costuma-se oferecer o sacrifício animal, ou comidas

feitas à base de carnes.

As oferendas podem ser realizadas nos templos, seguindo normas e oficiadas por sacerdotes, ou nos altares domiciliares.

Os rituais no hinduísmo têm dois elementos principais: "Darshan", que é a meditação

e a contemplação da divindade e o "Puja", que é a oferenda, que é a aliança com os

atributos dessa "divindade".

Claudia Baibich

Ganesha - Mitologia Hindu






Ganesha pertence à família de deuses mais populares do Hinduísmo. Ele é o filho mais velho de Parvati e Shiva. Ganesha tem uma enorme cabeça de elefante, imensa para um corpo de menino indicando sua capacidade intelectual e a firme dedicação ao estudo das escrituras.

Ganesha é o Sábio. Ganesha tem na fronte o Vibhuti e um pequeno tridente indicando que é filho de Shiva - o Senhor da disciplina e da aniquilação da ignorância, indica também, que o sábio tem sempre em mente o Ser Supremo.

As enormes orelhas e a cabeça de elefante representam os dois primeiros passos para a auto realização - “Sravanam”, escutar o ensinamento e “Mananam”, refletir sobre ele. A tromba representa “Viveka”, a capacidade de discriminação entre Nitya, o eterno e ilimitado, e Anitya, o não eterno. O intelecto do homem comum está sempre preso entre os pares de opostos (as presas), o Sábio não é mais afetado por esses pares de opostos (frio-calor, prazer-dor, alegria-tristeza, etc.) tendo atingido um estado de equanimidade , representado por uma das presas quebrada. O Sábio nunca esquece sua verdadeira natureza (memória de elefante). A barriga enorme representa sua capacidade de engolir, digerir e assimilar todos os obstáculos, assim como o ensinamento escutado. O ratinho que fica aos seus pés simboliza o Ego e seus desejos com sua voracidade e cobiça, frequentemente roubando mais do que pode comer e guardando mais do que pode lembrar.

O Sábio tem o desejo sob total controlo, por isso o ratinho olha para cima e aguarda sua permissão para comer os objetos dos sentidos. A cabeça de Ganesha simboliza o Atman ou a alma, que é a suprema realidade da existência humana, e seu corpo humano representa Maya, ou a existência terrena dos seres humanos. A cabeça de elefante indica sabedoria e seu tronco representa Om, o símbolo de som da realidade cósmica. Na mão direita superior Ganesha tem um aguilhão, que ajuda a impulsionar a humanidade para a frente no caminho eterno e eliminar os obstáculos do caminho. A corda na mão esquerda de Ganesha é um delicado instrumento para captar todas as dificuldades. A presa quebrada de Ganesha, que tem como uma caneta na mão direita inferior é um símbolo de sacrifício, que partiu para escrever o Mahabharata.

O rosário na mão de outros autores sugere que a busca do conhecimento deve ser contínuo. O lado (doce) que detém no seu tronco indica que é preciso descobrir a doçura do Atman. Seus ouvidos fã-como saber que ele é todo ouvidos para a nossa petição. A serpente que corre em volta de sua cintura representa a energia em todas as formas. A mão inferior esquerda oferece Modaka - Modaka é um doce de leite e arroz tostado que representa a satisfação, a plenitude que se alcança com um caminho de disciplina e auto conhecimento.


Para adorar Ganesha, monte um pequeno altar com um pano vermelho e a sua imagem e faça diariamente os seus mantras ou oração. Como oferendas pode colocar arroz cozido só em água, flores amarelas e vermelhas, queime um incenso de Sândalo, e velas vermelhas e amarelas, um potinho com rebuçados de coco, um pratinho com nove moedas. Um cristal branco também pode ser colocado no seu altar.

Repita nove vezes o mantra OM, e o mantra “Om Gam Ganapataye namaha”.


Mitologia Hindu: Os Nomes de Ganesha
Nomes de Ganesha através dos quais ele deve ser lembrado:
1 - Aquele que tem a tromba curva;

2 - Aquele que tem um dente;

3 - Aquele cujo veículo é um rato escuro;

4 - Aquele que tem a face de elefante;

5 - Aquele que tem um grande abdome;

6 - O grande;

7 - O rei dos obstáculos;

8 - Aquele que tem a cor escura;

9 - Aquele que tem a lua na testa;

10 - O removedor dos obstáculos;

11- O Senhor dos ganas, forças de Shiva



Ele é o ‘Deus da Boa Fortuna” e também o “Destruidor de Obstáculos” de ordem material ou espiritual.

O Aniversário de Ganesha

Ganesha é adorado junto de Lakshmi (a deusa da abundância) sobretudo pelos mercadores e homens de negócio.

Ganesha Chaturthi cai no quarto dia da quinzena de lua escura no mês Hindu de Bhadra (setembro), exatamente no dia 11 de setembro. Neste dia, as pessoas por toda parte na Índia celebram o aniversário de Ganesha. Ganesha é um símbolo muito poderoso do Yoga, e uma lembrança de como deveria ser nossa visão para administrar nossas vidas, com objetivo de viver mais harmoniosamente e conscientemente.

Ganesha é um dos personagens mitológicos mais populares da Índia. É considerado o destruidor dos obstáculos ao desenvolvimento espiritual e material, permitindo aos seus devotos alcançar as riquezas e assegurando o êxito em todos os empreendimentos, por isso é a primeira divindade reverenciada em todos os rituais hindus.

Chaturthi quer dizer 'o quarto'. Aqui especificamente recorre ao quarto estado de ser, super-consciência. Um indivíduo tem que buscar a ajuda de Ganesha se ele desejar chegar a este quarto estado. Por isto que o festival é chamado Ganesha Chaturthi. É uma lembrança que se devem buscar as bênçãos de Ganesha para se ter sucesso no Sadhana Yogui (prática de Yoga).

A palavra Ganesha é composta de duas palavras do sânscrito: Gana (criado ou administrador) e Isha (supremo). Então Ganesha quer dizer literalmente 'o administrador' supremo. Ele também é conhecido amplamente como Ganapati, 'o administrador' principal. A palavra Gana nesse contexto tem significado especial. A mente cósmica e individual tem aspectos diferentes ou poderes; estes são chamadas Ganas. Ganesha é o chefe ou o que possui maior destes poderes, que controla todos os outros. O poder da inteligência que dirige tudo no cosmo e no homem.

Ganesha simboliza aquela inteligência inexplorada dentro de cada um de nós. O propósito de adorar e evocar Ganesha é provocar a transformação interna, enquanto resultando de uma expressão de pura inteligência, despertado progressiva e gradualmente por Sadhana Yogui, ou seja, práticas de Yoga.



Existe uma lenda que conta que Ganesha é o segundo filho mítico de Shiva (que representa a Consciência) e Parvati (que representa a energia dinâmica). O primeiro filho deles se chama Kartikeya ou Subramanyam, cujo filho simboliza aspectos de nosso ser que não participa dos negócios mundanos, e com intensa manifestação das qualidades do pai (Shiva): severidade, separação, conhecimento espiritual e felicidades. Entretanto Parvati queria um filho mais da terra, que fosse seu ajudante, assim criou Ganesha uma perfeita combinação de inteligência e participação ativa no mundo, que simboliza aí os aspectos mais práticos do nosso ser.





Shiva, Ganesha e Parvati



Existem várias outras lendas sobre Ganesha, principalmente a explicação sobre o porquê da cabeça de elefante, sendo uma delas a seguinte:

Um dia Parvati pediu para Ganesha vigiar sua casa e não permitisse que ninguém entrasse. Nesse momento Shiva chegou, porém Ganesha não permitiu sua entrada na casa. Como Shiva já estava aborrecido enviou todos os seus Ganas (criados) para retirar esse menino da porta da casa, todavia Ganesha venceu todos com sua inteligência e rapidez. Assim sendo Shiva não teve outra alternativa senão cortar sua cabeça. Parvati ao saber do acontecido começou a destruir o mundo e Shiva a pacificou prometendo devolver a vida a Ganesha com a cabeça de outro ser. Ao ver a cabeça de um filhote de elefante, sua cabeça foi cortada e unida ao corpo de Ganesha, voltando assim à vida, com as bênçãos de seus pais e de todos os deuses.

Esse mito representa na realidade o ego que Ganesha possuía devido a sua extrema inteligência. Ele lutou e rejeitou seu pai, a fonte de consciência, e é isto que muitas vezes nós fazemos, esquecemos de nós mesmos. Cortando sua cabeça cortou também o assento do ego e do orgulho, mas devolveu em uma nova forma que conduz a uma consciência mais alta, fazendo com que seu ego pudesse ser usado para evolução espiritual e beneficio de todos os seres. Essa nova forma, a cabeça do elefante, simboliza força e determinação para superar os obstáculos da vida, reconhecido universalmente como sendo o epítome de sabedoria e inteligência.




Ganesha também é conhecido como Vidya Varidhi (oceano de conhecimento), responsável por manter um registro de todos os eventos do universo sem nenhum erro, considerado o registrador das escrituras do universo. Os grandes santos e Yoguis recebem as revelações e Ganesha é quem escreve, por isso é sempre invocado antes de começar uma adoração cerimonial, leitura de escrituras, casamentos, início de projetos, entre outros.



Ganesha significa "Senhor de Todos os Seres".
É filho do Senhor Shiva, a "Realidade Suprema", e de Parvati, a "Mãe do Cosmos".

Seus sinais sobre a testa representam as três dimensões: a região inferior, a Terra e o Paraíso. Suas orelhas simbolizam a grande sapiência da educação espiritual. Seus olhos enxergam além da dualidade, o espírito de Deus em cada um. Sua tromba indica capacidade intelectiva. Suas presas representam os mundos material e espiritual, negativo e positivo, Ying e Yang, forte e fraco. Sua enorme barriga indica capacidade de "ingerir" qualquer experiência, representando também a abundância. Seus braços representam os quatro atributos do corpo: mente, corpo, intelecto e consciência.

Em sua mão direita (acima) carrega uma machadinha, que decepa os apegos do mundo material; na outra (abaixo), o sinal do OM, que abençoa com prosperidade e destemor; na mão esquerda (acima), o laço significa a fertilidade, a própria natureza; na outra (abaixo), gadu, um doce feito de grão-de-bico com açúcar granulado ou doce-de-leite com arroz, que representa a satisfação e a plenitude do conhecimento. O rato significa que devemos ser astutos e diligentes em nossas ações. A serpente é o símbolo da energia física, guardiã dos segredos da Terra.



Ganesha pertence à família dos deuses mais populares do Hinduísmo. Ele é o primogênito de Shiva e Parvati. Shiva é a terceira pessoa da trindade hindu. É o Deus da renovação, destrói para construir algo novo (transformação). Ele é o criador da Yoga. Parvati é a filha dos Himalayas. Deusa da beleza, mãe bondosa e mulher devotada. Shiva tem alma aventureira e adora viajar montado em sua vaca branca Nandi. Infelizmente, os lugares que ele mais gosta são as montanhas inacessíveis e perigosas. Adora também os crematórios, mas sua paixão é a meditação e a Yoga. Quando pratica a Yoga, nem mesmo um terremoto o perturba.

Por algum tempo depois de seu casamento com a bela Parvati, vivendo em um bangalô no Himalaya, longe da civilização, Shiva começava a sentir falta de suas viagens; foi quando Parvati, já desconfiada, pergunta-lhe:

- Shiva, por que não viaja por uns tempos? Não sente saudades dos seus companheiros?

- É que quando estou perto de você, não sinto falta de nada. E, na verdade, todos os meus companheiros estão em torno da casa, eles nunca se afastam de mim. Eu não quero assustá-la, mas todos os fantasmas, demônios e gnomos, apesar de estarem invisíveis e quietos, estão presentes. Espero apenas que não peça para mandá-los embora, pois são como crianças e sabem o quanto lhe amo.

- Claro que não Shiva, podem ficar. Mas e a sua meditação? Ela era sua maior ocupação. Shiva, no fundo, sabia que ela estava certa e que tinha muita saudade das montanhas, onde sentava para meditar. E sabia que fora pela meditação que conseguiu se transformar em um Deus tão poderoso. Shiva então, depois de uma longa conversa, decidiu sair para meditar. Feliz, coloca sua pele de tigre na cintura, enrola suas cobras favoritas no pescoço, apanha seu tridente e sai montado em sua vaca, Nandi, seguido de seus estranhos companheiros. Mas não podemos nos esquecer de que quando Shiva medita, é impossível despertá-lo. E foi isso que aconteceu. Muito tempo se passou quando, finalmente, Shiva levantou-se da posição de lótus, lembrou-se de sua Parvati e correu de volta para ela. Nesse ínterim, Parvati transformara aquela simples choupana num lugar muito confortável e bonito. E não ficou sozinha por muito tempo. Shiva não sabia, mas a tinha deixado grávida. E, no tempo certo, deu à luz um lindo bebê, Ganapati. Os anos passaram-se, o deus bebê cresceu e se transformou num rapazinho muito inteligente. Numa manhã de primavera, Parvati estava tomando banho enquanto Ganapati se mantinha perto do portão, aguardando sua mãe. Nesse instante, um homem alto, com cabelos longos, um monte de cobras enroladas em seu pescoço e vestido com uma pele de tigre e uma aparência selvagem, aproxima-se do portão.

Shiva parou e olhou com estranheza para o bangalô. "Será que esta casa linda era mesmo a sua? E quem seria aquele rapaz parado no portão?"
- Deixe-me entrar! - disse Shiva, impaciente e descortês.
- Não - respondeu Ganapati - você não pode entrar!



Fonte: - Mitologia Hindu, Aghorananda Saraswati, Madras

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

E uma fada apareceu...

Ontem com as dicas da Hazel, pendurei gengibre com uma fita azul e outra amarela do lado de fora da minha janela da cozinha em oferenda as fadas, não é que hoje a tarde nasceu vários trevos em um dos meus vasinhos de plantas. O mais bonito por sinal. ;) Dizem que se aparecem trevos em nosso jardim, significa que as fadas andam por perto. ;)

Dentro dos circulo mágico é muito óbvio encontrar com elementais em seus respectivos quadrantes, mas entrar em sintonia com os mesmo fora, é muito mágico.
Desde que comecei a estudar magia que me interesso exclusivamente em trabalhar com os elementais do Ar e Terra. São os que mais tenho contato.
Geralmente fadas aparecem primeiramente em sonhos e logo após se manifestam como luzinhas coloridas.
(mas nada tem a ver com aquelas luzinhas de quando estamos tontos, hã?rsrsrsrs)
Já gnomos e alguns tipos de duendes, passam por vc como um flash pela casa, jardins ou florestas.
É tão rápido que vc fica a se perguntar. Será? Sim. S-E-R-Á!!!!rsrsrsrs
São eles mesmos!
Acredite se um gnomo ou duende pirracento rsrsrsrs se aproximar de você, é por que realmente vc é um ser humano bom de coração, que protege a natureza e os animais, que perdoa e ama incondicionalmente.
Sim os elementais  tem pavor dos seres humanos, por que somos nós que destruímos ao seu habitat. E vivemos a odiar e maltratar a todos.
Existem fadas, exemplo delas são as sombrias, que nada de bom sente em relação à nós.
A Nicneven's por exemplo, a vejo desde criança. Várias vezes.... E até hoje não entendo o propósito dela ir e vir. Ela é sombria, parece com um tronco de árvore, possui galhos na cabeça. As vezes fica bem pequena e outra cresce e parece mais um gigante. Adora aparecer a noite. 


Se ela me assusta? Claro!!! Mas quando trabalhamos com o oculto visualizamos coisas bem pior, acredite!rs Como bem melhores também.

Adoro ver "meus" queridos gnomos correndo pra lá e pra cá em minha cozinha. Acredite, eu não sou louca.rsrsr Eles realmente fazem isso. E escondem sim, coisas para brincar, principalmente aquelas que vc procura apresadamente, e tem a certeza que estava em um determinado canto, que tinha certeza que havia colocado ali. Eles tiram e depois de vc ter rodado a casa toda, eles vem e colocam no mesmo lugar. E fica se divertindo com sua cara de pastel. kkkkkkkkk

Faça oferendas sem nada pedir para esses seres mágicos, anote seus sonhos e mensagens. E logo se vc ganhar sua confiança eles te visitarão.

Bjokas bruxescas



quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Cuidando das suas plantinhas


As Plantas também comem...

De vez em quando as nossas plantinhas gostam de receber, sem exageros, uma dose de nutrientes. Uma vez, de 4 em 4 semanas vc pode oferecer a suas amigas verdes:

1- Borras de café
2-Restos de leite
... 3- Casca de ovo moída
4- água de cozedura dos legumes
5-Chá - Os pacotes de chá usados vc pode abri-los e deitar na plantinha, misturando com a terra.
6 - Coloque cristais de quartzo, uma boa música suave...elas vão gostar.
Pelo menos, nunca ouvi as minhas reclamarem.;) rs...
bjokas verdes.



Fonte: Hazel


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Xô Inveja!!!!!

Como fazer um saquinho pra aprisionar a Inveja...

Não gosto de falar sobre essa coisa de inveja, tenho um certo "nojinho" , mas o assunto inquieta a mente humana... então bora lá!

Você vai precisar de:

1 pano branco
3 dentes de alho com casca
7 pregos, de preferência, tortos ou ferrugentos
Um punhado de arruda
um punhado de sal grosso
Um pouco de pó de proteção (que vc mesma pode fazer)
1 pedaço de casca de cebola. aonde vc escreverá a palavra PROTECTUS com caneta preta.

Em uma terça-feira de Lua Minguante, deite tudo dentro do pano branco e dê-lhe 7 nós (3 com 2 pontas e 4 com as outras 2), uma vez fechado, nunca mais deverá ser aberto, coloque em um cantinho discreto da sua casa, preferencialmente no hall de entrada ou na sala, deverá trocar uma vez por ano, jogando no lixo o saco anterior, sem abrir.



Dicas de Hazel.


Blessed Be!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Feitiço do Vento

 




Feitiço do vento

Esse feitiço é muito eficaz as maldições jogadas oralmente, as tradicionais pragas. Você vai precisar, primeiro de um dia com muito vento, um pouquinho de açúcar, um punhado de farinha de trigo e um pouquinho de sal. Coloque tudo na palma da mão e , enquanto o vento lega os ingredientes, repita o seguinte encantamento:

Vento que sopra nos campos,
Vento que carrega as sementes,
Leva a maldição a mim enviada,
E alegria na minha vida tu ventes.
E que assim seja,
E assim se faça!

Fonte: Ponte de Luz/facebook