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sexta-feira, 17 de maio de 2013

Profecias Suméricas


A civilização Suméria é considerada a civilização mais antiga da humanidade. Suméria, Shumeria, ou Shinar. Na bíblia, Sinar. Em egípcio Sangar e Ki-en-gir na língua nativa. Os sumérios estabeleceram-se ao norte do golfo Pérsico, na embocadura do Tigre e do Eufrates que nascem nas montanhas da Turquia, apropriadamente posicionada em terrenos conhecidos por sua fertilidade. Localizavam-se na parte sul da Mesopotâmia, hoje conhecido como Iraque. Acredita-se que pertencessem a uma raça vizinha a dos egípcios. Evidências arqueológicas datam o início da civilização suméria em meados do quarto milênio A.C, data tradicionalmente atribuída para o surgimento da escrita, marco inicial da contagem da história. Contudo, há relatos de que é ainda mais antiga. Alguns estudiosos apontam erros nas datas de construção das pirâmides egípcias, estas ultrapassariam 10.000 anos de existência.
A organização social dos Sumérios foi responsável por inúmeras contribuições presentes em nossa sociedade atual, influenciando a formação das sociedades greco-romanas, que por sua vez, influenciaram praticamente todo o mundo ocidental. Duas importantes criações atribuídas aos sumérios são a Escrita Cuneiforme, que provavelmente antecede todas as outras formas de escrita, tendo sido originalmente usada por volta de 4000 a.C.; e as Cidades-Estado - a mais conhecida delas sendo, provavelmente, a cidade de Ur, construída por Ur-Nammu, o fundador da terceira dinastia Ur por volta de 2000 A.C. Os sumérios descreviam-se como Sag-gi-ga ‘o povo de cabeças negras’ e chamaram sua terra Ki-en-gi, o ‘lugar dos senhores civilizados’.
A palavra acadiana Shumer possivelmente representa esse significado, contudo, em outro dialeto. A história dos sumérios, donos de língua, cultura e provavelmente aparência, foram diferentes da dos seus vizinhos e sucessores. Alguns arqueólogos afirmam que os sumérios procediam, de fato, das planícies mesopotâmicas. Outros sugerem que o termo 'suméria' deveria se restringir à língua sumeriana, baseando-se no fato de que não havia grupos étnicos 'sumérios' avulsos
O próprio termo 'sumério' é geralmente usado para se referir a uma língua isolada (no campo da Lingüística), já que ela não pertence a nenhuma família lingüística conhecida - ao contrário do acádio, por exemplo, que pertence ao hamito-semítico, ou às chamadas línguas afro-asiáticas. Os sumérios já possuíam uma escrita composta de desenhos ou pictogramas ainda mais antiga que a egípcia. A escrita era traçada se utilizando de uma cunha, em tábuas de argila cozidas ao forno. Mais tarde, os pictogramas foram substituídos por sinais que representavam não mais objetos, mas sons e sílabas. Como se assemelhavam a cunhas, esta escrita foi chamada cuneiforme. As cidades sumerianas, das quais a principal tinha o nome de Ur, eram construídas sobre vastos terraços artificiais. Cada uma tinha, por líder, um rei ou governador. Quando algum deles falecia, enterravam junto suas jóias, sua viúva e seus servidores.
Os Sumérios criaram uma arte vigorosa e realista. Usavam roupas tecidas, possuíam exército regular e utilizavam carros com rodas. Entre os principais deuses adorados pelos sumérios está Anu (ou An), Deus do céu; Ninti – Senhora da vida, a Deusa-mãe; Enlil, o deus do vento (ou Senhor do Comando) e Enki, deus (ou Senhor) da Terra, ambos, filhos de Anu (ou Senhor das Alturas).
Cada um dos deuses sumérios (em sua própria língua, ‘dingir’) era associado a cidades diferentes, e a importância religiosa a eles atribuída intensificava-se ou esmorecia dependendo do poder político da cidade associada. Segundo a tradição suméria, os deuses criaram o ser humano com o propósito de serem ‘servidos’ por essas novas criaturas. . Houve uma época em que estes Deuses ficaram frustrados, e decidiram expressar seus sentimentos através de terremotos e catástrofes aparentemente naturais. A essência primordial da crença suméria baseava-se, portanto, máxima de que toda a humanidade estava à mercê desses deuses.
Os sumérios são geralmente considerados os inventores da astronomia. Nas ruínas das cidades sumérias escavadas por arqueólogos desde o princípio do século XX, foram encontradas muitas centenas de inscrições e textos deste povo sobre suas observações celestes. Entre estas inscrições existem listas específicas de constelações e posicionamento de planetas no espaço, bem como informações e manuais de observação. Existem textos específicos sobre o sistema solar e o movimento dos planetas em torno do Sol, na sua ordem correta atual, muito antes da descoberta oficial moderna dos planetas de nosso sistema solar. Os sumérios consideravam o sistema solar como sendo todos os planetas girando ao redor do Sol.
Os observatórios sumérios obtinham cálculos do ciclo lunar que diferiam em apenas 0,4 segundos dos cálculos atuais. Foi descoberto um cálculo cujo resultado final em nossa numeração corresponde a um número de quinze casas. Os gregos, no auge do saber, não passaram do número 10.000, o resto seria o "infinito".
Existe dados sobre Plutão, planeta descoberto em 1930, (atualmente rebaixado de categoria); seu tamanho era conhecido, bem como sua composição química e orgânica. Afirmavam que era na verdade um satélite de Saturno que se "desprendeu" e ganhou nova órbita. Chamavam a Lua de pote de chumbo e diziam que seu núcleo era uma 'cabaça' de ferro. Durante o programa Apolo, a NASA confirmou esses dados.
Existem milhares de textos sobre medicina, arquitetura, engenharia, hidráulica, matemática avançada, química, física, etc. A Agricultura era alicerçada em técnicas de irrigação e drenagem, desenvolviam canais de irrigação, diques, reservatórios; leis eram baseadas em costumes; havia prática comercial; escrita; havia um sistema político; cidades-estados ou estados soberanos e hierarquias sacerdotais para organizações religiosas. Surgiam as primeiras bibliotecas, uma delas, descoberta recentemente na cidade de Nipur, a 150 km ao sul da atual Bagdá, continha cerca de 60.000 tabletes de argila com inscrições cuneiformes com relatos precisos sobre origem do homem. Outras provas (contemporâneas) são os fenomenais projetos arquitetônicos, complexos piramidais que englobam vários módulos de edifícios, abrigando desde templos religiosos até plenários políticos construídos ao redor de um bloco-célula central e interligados por rampas espirais desde a base até o topo.
A língua suméria é uma língua isolada, o que significa que não está diretamente relacionada a nenhuma outra língua conhecida, apesar das várias tentativas equivocadas de provar ligações com outros idiomas. A língua suméria é aglutinante, ou seja, os morfemas (as menores unidades com sentido da língua) se justapõem para formar palavras. Os próprios acádios, após invadirem e conquistarem a Suméria adotaram o sistema cuneiforme daquele povo para materializar a própria língua, similarmente ao que há hoje entre o português e o inglês, por exemplo, onde ambos usam o mesmo alfabeto para representar idiomas diferentes.
A escrita cuneiforme começou como um sistema pictográfico, onde o objeto representado expressava uma idéia. Um barco marcado por determinados sinais, por exemplo, poderia significar que ele estava carregado ou vazio. Com o tempo, os cuneiformes passaram a ser escritos em tábuas de argila, nos quais os símbolos sumérios eram desenhados com um caniço afiado chamado estilete. A impressão deixada pelo estilete tinha forma de cunha, razão pela qual sua escrita terminou sendo chamada de cuneiforme. Um corpo extremamente vasto (muitas centenas de milhares) de textos na língua suméria sobreviveu.
Os tipos de textos sumérios conhecidos incluem cartas pessoais e de negócios e/ou transações comerciais, receitas, vocabulários, leis, hinos e rezas, encantamentos de magia e textos científicos incluindo matemática, astronomia e medicina. Inscrições monumentais e textos sobre diversos objetos, como estátuas ou tijolos, também são bastante comuns. Muitos textos sobrevivem em múltiplas cópias pelo fato de terem sido transcritos repetidamente por escribas "estagiários".
A escola de Edubba (termo sumério que significa "Casa das Tabuletas"), por exemplo, era um dos centros de aprendizagem onde arquivos e escritos literários eram guardados (grafados) em tabuletas de argila. Edubba foi um dos primeiros centros acadêmicos (biblioteca) e um dos primeiros receptáculos de sabedoria de que se tem conhecimento.
A mais completa fonte de informações a respeito da nossa origem se encontra entre os achados arqueológicos das civilizações antigas; Mayas, Astecas, Incas, Nascar, Egípcios, Celtas, etc., porém, principalmente a civilização Suméria, a mais antiga. A compreensão dos textos sumérios pode ser problemática até mesmo para especialistas. Os textos mais antigos são os mais difíceis, pois não mostram a estrutura gramatical da língua de forma sólida.
Existe um homem que hoje é referência entre os estudiosos. Baseia-se em profundas pesquisas e traduções literais de milhares de textos cuneiformes impressos em tabletes de argila oriundos da antiga civilização Suméria. Zecharia Sitchin nasceu na Rússia (Baku, Azerbaijão) e cresceu na Palestina, onde adquiriu um profundo conhecimento de hebraico moderno e antigo, diversas outras línguas antigas, inclusive européias, conhecimento profundo sobre o Velho Testamento e a história e a arqueologia do Oriente próximo. Lingüista, pioneiro e perito em escrita cuneiforme ainda hoje, entre eruditos, é um dos poucos capazes de traduzir a escrita cuneiforme característica das civilizações mesopotâmicas. Freqüentou e se formou na Universidade de Londres e é especializando em história econômica. Foi por muitos anos o principal editor e jornalista em Israel, e agora vive e escreve nos EUA. Seus livros têm sido amplamente traduzidos, convertidos para o ‘Braille’ e apresentados no rádio e na televisão. Atualmente é consultor da NASA e também autor de outros diversos livros. Afirma que as traduções revelam que os antigos mitos não são meramente mitos, mas textos, relatos repletos de evidências, fatos e comprovação histórica que mudarão completamente o conceito atual a respeito da Origem do Homem.
OS SUMÉRIOS E O PLANETA NIBIRU
  
Como já foi dito a Suméria é a civilização mais antiga que se tem registro. Os sumérios foram os pais da escrita, chamada escrita cuneiforme e posteriormente também foi creditado a eles os títulos de pai da astronomia. Criadores da roda, das carruagens e muito mais. Muitos confundem os Sumérios e os Acádios, mas na verdade o primeiro é muito mais antigo. Só depois é que eles foram invadidos pelos semitas, se tornando acádios. Habitavam o sul da Mesopotâmia, entre o rio Tigre e Eufrates, lugar extremamente fértil que a Bíblia referencia como Terra Prometida e Hebrom. Possivelmente o berço da humanidade e é onde se encontrou as maiores e mais antigas descobertas da humanidade. Fósseis, artes e registros escritos datados de até 13 mil anos atrás.
 
Os sumérios foram uma civilização a frente da época que viviam. Eles chegaram a registrar informações que nossa civilização só foi (re)descobrir na idade moderna. São maquetes de abrigos anti-aéreos, livros sobre química, estudos aprofundados sobre o universo e seus corpos celestes, e cálculos matemáticos extremamente avançados para a época.
A civilização grega (duas civilizações após a Suméria) no auge do seus conhecimentos, chegavam a calcular até o número 10.000. Após isso eles consideravam como infinito. Os sumérios faziam cálculos das distâncias entre os planetas de nosso Sistema Solar, inclusive quantos planetas existem, que o Sol é uma estrela e a órbita de cada um. Na colina de Kuyundjick, antiga Nínive (terra dos sumérios), foi encontrado um cálculo, cujo resultado final, em nossa numeração, corresponde a 195.955.200.000.000. Um número de quinze casas! Os gregos, no auge do saber, não passaram do número 10.000, o resto seria o "infinito".
 
O curioso desse povo era a fonte de tais conhecimentos. Como uma civilização tão antiga já sabia que nossa Lua era feita de ferro? Chegavam até a chamar a Lua de “pote de ferro” - fato que só agora a NASA teve capacidade para confirmar. Como é que eles já sabiam que a Terra era redonda? Que ela não estava no centro do Universo e já sabiam da existência de Plutão (só fomos descobrir isso em 1930)? Na verdade eles afirmavam que Plutão era um satélite de Saturno que se desprendeu e tomou uma órbita própria. Mistérios que só (re)descobrimos muitos anos depois!
 
Alguns desses mistérios ainda nem temos tecnologia suficiente para confirmar. Um exemplo é a presença de um 10º planeta no Sistema Solar (eles contavam todos os corpos celestes, incluindo a lua e o sol, totalizando 12). Os Sumérios tinham convicção de que existe um planeta chamado Nibiru, que é dono de uma órbita totalmente diferente dos demais planetas do nosso Sistema Solar, e que faz um circuito tão grande, que dura 3.600 anos para completar a trajetória. Se eles acertaram quanto a existência desses planetas, do material que eles são feitos, da órbita de cada um, por que iriam errar quanto a existência de um planeta a mais.
Os sumérios não só sabiam da existência do tal planeta Nibiru, como desenhavam sua órbita, e eram categóricos ao dizer que neste planeta vivem os Anunnakis, seres altamente inteligentes e considerados deuses por este povo. Segundo eles, Nibiru “visita a Terra” a cada 3.600 anos, e quando isso acontece, ocorrem eventos cataclísmicos na Terra, e usaram como exemplo o dilúvio. Na verdade são deles o mais antigo registro do dilúvio!
“E depois veio o dilúvio e após o dilúvio a realeza tornou a descer mais uma vez do céu...” Escrito sumério cuneiforme.
Os Maias tinham um calendário que se resumia em vários ciclos, e o seu maior era um ciclo de 3.600 anos. Os babilônios falavam de um planeta chamado de Marduk e os gnósticos acreditam num apocalipse causado por um planeta chamado Hercóbulus. Após toda essa polêmica, os cientistas o chamam de Planeta X.
Então todo esse conhecimento avançado dos sumérios é entendido por alguns estudiosos como uma interferência extraterrestre. Pois não é concebível que uma sociedade tão antiga saiba de tanta coisa, nem que tenha feito tanta coisa. Algumas peças de arte sumérias foram encontradas espalhadas por todo o mundo. Os sumérios faziam pequenas estátuas de possíveis astronautas, naves espaciais e foguetes. Como isso seria possível? 
Alguns conhecimentos sumérios que influenciaram a muitas outras civilizações posteriores: 
• Técnicas de medicina, arquitetura, engenharia e hidráulica, baseados em magníficos conhecimentos em matemática, química, física e astronomia. Seus conhecimentos astronômicos eram incrivelmente avançados: seus observatórios obtinham cálculos do ciclo lunar que diferiam em apenas 0,4 segundos dos cálculos atuais.
• Desenvolveram a agricultura com técnicas de irrigação e drenagem de solo, construção de canais, diques e reservatórios;
• Sistema de leis baseados nos costumes;
• Habilidosas práticas comerciais;
• Sistema de escrita cuneiforme, assim chamado porque escreviam em plaquetas de argila com um estilete em forma de cunha;
• Sistema de unidade política das Cidades-Estados ou Estados soberanos, como Ur, Nipur e Lagash;
• Sistema de hierarquias sacerdotais para organização religiosa;
• Fundaram as primeiras bibliotecas. Na cidade de Nipur, 150 km ao sul de Bagdá, foi encontrada uma biblioteca sumeriana inteira, contendo cerca de 60.000 tabletes de barro com inscrições cuneiformes sobre a origem da humanidade.
• Criaram os fenomenais projetos arquitetônicos denominados zigurates. Verdadeiros complexos piramidais que englobavam vários módulos de edifícios, abrigando desde templos religiosos até plenários políticos, construídos ao redor de um bloco-célula central e interligados por rampas espirais desde a base até o topo.
Por Marcelo Santouro da Costa   


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